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quarta-feira, 6 de abril de 2011

aadm

Como se Fosse a 1ª Vez
(50 First Dates de Peter Segal, 2004)

Como-Se-Fosse-A-Primeira-Vez

…é para mulher assistir?… Sim, talvez. É para o homem assistir?… Com certeza!
Tudo bem, eu sei que não sou apaixonado por filmes de romance. E sim, existe a excessão! E aqui está minha.

Muito bom nos sentidos: história, roteiro, atuação, trilha sonora e direção.
Este filme acredito ser mais para nós homens do que para as mulheres. Porque ele simplismente nos ensina e mostra tudo aquilo que passa direto sem que nós homens podemos ou não queremos notar na “fêmea” ao nosso lado.
Porque o mesmo ensina com certeza o que é e como é conquistar diariamente a única mulher que amamos.
Não sou romancista e também ainda entendo muito pouco. Só que este filme nos faz valorizarmos a nossa companheira, esperando em troca apenas um beijo recheado de romance, abraço ou quem sabe no mínimo um sorriso e/ou quem sabe um: Eu te amo!

comosefosse_2

Como Se Fosse a 1ª Vez é um filme de conquista, um filme de re-conquista, um filme de nos fazermos pensar não somente em valores e sim em amores, e assistir à 2.
Estamos no Outono e próximo do Inverno. E Aquele friozinho de noite. hummm!…

Sendo assim cinéfilo, aproveite a má fase que todo o relacionamento tem e escolha um final de semana de noite bonita e “comprometedora”. Compre uma pipoca e alugue este filme.
E o que “vem depois” ? Hã,… ae eu deixo por sua conta e “risco”. (risos)

domingo, 7 de março de 2010

inpnp Olá a todos novamente… após umas férias (mais que férias) eu finalmente estou voltando a postar em nosso querido blog, sorte a minha que meu irmãozão de coração deu seguimento de maneira singular aos posts por aqui.

002 Casualmente volto em uma data um tanto que especial já que sou apaixonado por todas as mulheres do mundo e tenho 2 em especial ao meu lado. E como o Dia 08 de Março é o Dia internacional delas, nada mais natural do que falarmos de um filme que inspire todo o amor que devemos ter pelas mulheres que nos motivam, atormentam, amedrontam, facinam e qualquer outro adjetivo que me fugiu a mente neste momento mas que você goste de usar para descrever esta, que é a jóia mais procurada no planeta.

O filme em questão é…

Encontro Marcado 
(Meet Joe Black de Martin Brest, 1998)

encontro-marcado Em Nova York, uma médica residente (Claire Forlani) conhece por acaso um recém-chegado na cidade (Brad Pitt). Eles se sentem atraídos, mas logo após se despedirem ele morre em um acidente. Em seguida, a própria Morte decide por utilizar o corpo desta vítima e vai falar com um magnata da mídia (Anthony Hopkins), dizendo que está ali para levá-lo mas, como pretende conhecer os hábitos dos humanos, propõe retardar esta partida se o milionário tornar esta "férias" interessantes e instrutivas. Ironicamente, a filha do magnata a jovem médica que tinha se sentido atraída por um desconhecido no início da história. Seria impossível para ela imaginar que estava diante da Morte, que apenas utilizava naquele momento aquele corpo como invólucro, mas outra coisa inimaginável também acontece: a Morte se apaixona pela filha do milionário.

O filme é de uma maestria sem igual, créditos ao diretor que soube contar a história de como até a Morte pode se apaixonar por uma mulher.

Prova do feitiço que todas as fêmeas independente do seu reino, apesar de nós homens negarmos até a morte, somos todos devotos a estas pessoas maravilhosas que iluminam a nossa vida todos os dias.

Alguns cinéfilos já encontraram a sua cara metade, outros estão na segunda ou terceira tentativa, outros ainda buscam, mas o importante é que todos nós temos o nosso par perfeito, independente do tempo que leve, de quantas vezes você erre, nunca desista de procurar a mulher da sua vida, o seu grande amor.

Feliz dia da Mulher a todas as cinéfilas pelo mundo, é o recado do Cine: PHOBIA para vocês.

Até a próxima!

sábado, 23 de janeiro de 2010

aadm

À Espera de Um Milagre
(The Green Mile de Frank Darabont, 1999)

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… 188min.! É mais do que suficiente pra nos contar a história de John Coffey. – Um homem de grandes proporções, acusado de estuprar e matar duas jovens meninas.
E para a informação de quem ainda não sabe, este, é uma adaptação de uma das obras mais famosas de Stephen King – The Green Mile – publicada em seis partes. E não apenas por isso, seu roteiro é perfeito e muito bem adaptado nos deixando um pouco confuso, entre ficção e realidade. Sendo que, não deixa escapar nenhum detalhe importante da obra de King. O melhor filme no final da década de 90!

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Algo muito bonito neste filme é algo que se vê muito pouco nos dias de hoje.
Ambinetado em 1935 e trandando-se de corredor da morte (A Milha Verde), John Coffey ainda assim encontra e faz uma bela amizade com Paul Edgecomb (Tom Hanks) e mais três guardas.

E para quem não assistiu, por favor, Assista antes de morrer! Pois ele é um filme de grandes ensinamentos. Tendo como base a amizade, confiança, bem querer e o cumprir o dever. Custe o que custar! Mesmo que seja uma vida inoscente.
Ah, e além de tudo, À Espera de Um Milagre lhes trará lágrimas certas. Ou até choro, sendo de…, até no trailer!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

aadm

Mar em Fúria (The Perfect Storm de Wolfgang Petersen, 2000)

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Serei o mais breve possível em meu comentário…
Nos meus quase trinta dias ausente, não lembro o porque, mas este filme me veio à mente pra postar nesta sessão assim que possível.
E este é pra você, que ainda não teve a oportunidade de assistir esta história real. Que de triste tem tudo!
Não irei por aqui a sinópse. Só digo uma coisa: assista este filme!

The Perfect Storm é um livro escrito por Sebastian Junger em 1997. Que conta a verdadeira história do então pesqueiro comercial Andrea Gail, e sua tripulação, em 1991. Tripulação de pescadores que em busca de uma vida melhor e motivados pela falta de sorte, decide então dar um basta indo (sem saber) de encontro à Tempestade. (chega, falei demais…)!

mar-em-furia-cena Tendo o meu ponto de vista, pra mim, o mais importante e cruel desta história. É que, estes homens, estavam apenas humildemente tentando ganhar a vida. Sem roubar nada de ninguém!
E somente eles sabem o que foi que passaram naquela Tempestadade Perfeita de 1991. Que dizem os estudiosos, a mesma acontece uma vez a cada século.

É importante destacar que, o diretor Wolfgang Petersen soube nos contar perfeitamente esta história real. Levando eu e o Overless ao cinema apenas por curiosidade de como se contar e nos prender à uma história de pescadores fracassados.
E Mar em Fúria felismente não é somente isto. É muito mais!
Com muita ação, romance, briga conjugal, amores mal resolvidos e amores ainda serem resolvidos. Recheado é claro de muitos e belos efeitos especiais e visuais.
É com certeza um filme para se rir pouco e chorar muito!

Por isso Assista antes de morrer!… Acredito que há quem concorde.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

aadm A Bruxa de Blair
(The Blair Witch Project de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez, 1999)
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blair_witch_project “Em Outubro de 1994, três estudantes desapareceram nas florestas de Burkittsville, Maryland enquanto faziam um documentário. Um ano depois os rolos de filme foram encontrados.”

Assim começava o filme que revolucionam e marcou o final da década de 90. A Bruxa de Blair conseguiu levar milhares de pessoas em todo o mundo ao cinema para assistir as desavenças e a tentativa mal sucedida de se fazer um domcumentário sobre a lenda local.

Esta foi a primeira produção no estilo “Home Made” a ser lançada em escala mundial. Os Escritores, Produtores, Diretores e todos os outros “ores” Daniel Myrick e Eduardo Sánchez ficaram ricos com a história dos jovens abduzidos pela bruxa na floresta. O estilo de direção documental, a correria da floresta misturados com a atuação 1 compententíssima dos três jovens e uma bela campanha promocional fez de A Bruxa o filme mais lucrativo da década com relação custos x arrecadação.

O frenesi foi tanto que surgiu a lenda de que tudo era verdadeiro, e que os jovens realmente haviam desaparecido. Com o passar dos anos foi se descobrindo que o filme na verdade se passou em outra floresta (talvez por medo da Bruxa, hehehe) e que os três estudantes estavam de férias e escondidos para ajudar na verassidade das informações. Até os próprios diretores vieram a tona para falar que tudo foi premeditado.

Vários se aproveitaram e lançaram o segundo e terceiro filme, documentários, livros e uma enxurrada de material sobre o assunto, mas a fonte já havia secado e pelo menos para os filmes não rendeu nada.

2 Os diretores cairam no esquecimento, e a trinca que ficou famosa acabou caindo no balaio e fazem atualmente trabalhos para séries de televisão, mas serão eternamente lembrados como os jovens que forma mortos pela Bruxa de Blair.

Halloween chegando e como de praxe fica o recado, se você não viu… Assista antes que a Bruxa te Pegue ;)

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

aadmHoje, por volto do meio-dia, conferia a programação afim de assistir a noite um bom filme depois de um dia de trabalho. E posso dizer que felismente encontri um ótimo filme. Tanto para assistir quanto para postar para todos vocês. O qual que eu infelismente não lembrava mais. Quem já assistiu, entende o meu “infeliz…”. (risos)

Um Crime Perfeito (A Perfect Murder de Andrew Davis, 1998)

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Acredito que vários cinefilos, se não for todos, já deve(m) ter(em) ouvido a fraze: Não existe um crime perfeito. Certo?!
Então amigo e amiga, diga isso para o personagem interpretado por Michael Douglas. Neste triller de tirar o fôlego, deixar qualquer ser calmo, nervoso e ainda por cima enxer uma mente fraca de várias idéias.
Calma, este post não é induzir ninguém a cometer um crime afim de se livrar daquela esposa mocréia! (risos)
Sendo assim, use os meios legais. E procure uma delegacia de mulheres. Porque você sabe, A Maria da Penha está aí!

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Douglas – vive um milionário industrial de Nova York Steven Taylor. Ele é um homem que tem tudo, exceto o que ele mais deseja: o amor e a fidelidade de sua mulher, Emily (Gwyneth Paltrow).

Tradutora poliglota e assessora da embaixatriz americana na ONU, Emily quer ser mais do que um acessório deslumbrante no mundo de seu marido, que nunca disse a ela o quanto a ama. Desiludida, ela se envolve com um artista que ainda não teve seu talento reconhecido.
Bem, o restante dessa história vocês devem imaginar.
Não preciso dizer que a traição é descoberta pelo então “marido” [Douglas]. Aí então vem os plano para Um crime Perfeito, bolando um plano muito complexo e letal. E tudo é muito bem planejado meticulozamente pelo marido poderoso. Nos deixando a mercê do final. Se então o plano dará certo ou não!

Quem ainda não assistiu, assista. E por favor, quem for corajoso, cuidado a Maria da Penha.
Bom filme!… Hoje eu não perco, mesmo sabendo o final.
Assista antes de morrer ou/e ser traído! (risos)

domingo, 20 de setembro de 2009

ha20 Algumas perólas as vezes passam batido por nós até que um belo dia resolvemos escrever sobre e nos damos por conta de que tinhamos esquecido de publicar algo sobre ele, ou que publicamos pouco com relação a sua obra, por isso este mega post sobre o mestre dos filmes de Suspense.

Alfred Hitchcock – 1899 à 1980

hitchcock O famoso e cultuado cineasta inglês Alfred Joseph Hitchcock nasceu em 13 de agosto de 1899 em Londres e faleceu aos 80 anos de idade nos Estados Unidos em 29 de abril de 1980, na cidade de Los Angeles, California, devido a problemas renais. Ele é considerado o "Mestre do Suspense", com uma carreira de quase 70 filmes (veja filmografia principal abaixo), boa parte composta por expressivos clássicos do cinema que tornaram-se referências para toda uma safra de "thrillers" seguintes, além de inspiração para o trabalho de vários outros diretores importantes, como George Romero, Francis Ford Coppola, Dario Argento, Mel Brooks, Brian De Palma e Quentin Tarantino, que homenagearam o cineasta em seus filmes.
Hitchcock iniciou sua filmografia na Inglaterra em 1922 e após váriasfestim produções mudas e sonoras de sucesso como "O Homem Que Sabia Demais" (1934) e "A Dama Oculta" (1938), ele migrou para os Estados Unidos em 1939. A partir daí, ele iniciou a fase americana de sua consagrada carreira dirigindo seus principais filmes como "Festim Diabólico" (1948), "Pacto Sinistro" (1951), "Disque M Para Matar" (1954), "Janela Indiscreta" (1954), "Um Corpo Que Cai" (1958), "Intriga Internacional" (1959), "Psicose" (1960), "Os Pássaros" (1963) e "Frenesi" (1972), trabalhando com atores consagrados como Cary Grant, James Stewart, Gregory Peck, James Mason, Paul Newman, Sean Connery, Ray Milland, Grace Kelly, Kim Novak, Ingrid Bergman, Vera Miles, Doris Day, e outros.

O que mais chama atenção no trabalho de Hitchcock é a simplicidade da da direção e cenário, chegando a quase nada mas com uma trama e uma narrativa de dar inveja a muito aprendiz de hoje em dia, onde efeitos hitchcock-barbieespeciais era chocolate ralo a baixo, chegando a filmar somente com uma câmera, que ele fez em Festim Diabólico, onde ele usava takes nas costas dos atores para poder trocar o rolo do filme.

Uma curiosidade é que Hitchcock gostava de aparecer em rápidas e curtíssimas pontas em seus próprios filmes, todas não creditadas e como simples figurante, fato que aconteceu em mais da metade dos filmes que dirigiu. Essa atitude inusitada acabava despertando a atenção do público em tentar localizá-lo em seus filmes. No caso de "Psicose", por exemplo, ele aparece rapidamente com um chapéu de "cowboy" no lado de fora do escritório imobiliário em que a protagonista principal Marion Crane trabalhava.

Confira abaixo a lista com as principais obras do mestre:

FASE INGLESA

O Locatário (The Lodger - A Story of the London Fog, 1927) - Preto e Branco - Mudo - Com Marie Ault e Arthur Chesney.
Chantagem e Confissão (Blackmail, 1929) - Preto e Branco - Com Anny Ondra e Sara Allgood.
Assassinato (Murder!, 1930) - Preto e Branco - Com Herbert Marshall e Norah Baring.
O Homem Que Sabia Demais (The Man Who Knew Too Much, 1934) - Preto e Branco - Com Peter Lorre e Leslie Banks.
Os Trinta e Nove Degraus (The Thirty-Nine Steps, 1935) - Preto e Branco - Com Robert Donat e Madeleine Carroll.
O Marido Era o Culpado (Sabotage, 1936) - Preto e Branco - Com psicose-489x336 Sylvia Sidney e Oskar Homolka.
O Agente Secreto (Secret Agent, 1936) - Preto e Branco - Com John Gielgud e Peter Lorre.
Jovem e Inocente (Young and Innocent, 1937) - Preto e Branco - Com Nova Pilbeam e Derrick De Marney.
A Dama Oculta (The Lady Vanishes, 1938) - Preto e Branco - Com Michael Redgrave e Margaret Lockwood.
Estalagem Maldita (Jamaica Inn, 1939) - Preto e Branco - Com Charles Laughton e Horace Hodges.

FASE AMERICANA

alfred-hitchcock-movies Rebecca, a Mulher Inesquecível (Rebecca, 1940) - Preto e Branco - Com Laurence Olivier, Joan Fontaine e George Sanders.
Correspondente Estrangeiro (Foreign Correspondent, 1940) - Preto e Branco - Com Joel McCrea e George Sanders.
Suspeita (Suspicion, 1941) - Preto e Branco - Com Cary Grant, Joan Fontaine e Cedric Hardwicke.
Sabotador (Saboteur, 1942) - Preto e Branco - Com Robert Cummings e Priscilla Lane .
A Sombra de Uma Dúvida (Shadow of a Doubt, 1943) - Preto e Branco - Com Joseph Cotten e Teresa Wright.
Quando Fala o Coração (Spellbound, 1945) - Preto e Branco - Com Ingrid Bergman e Gregory Peck.
Interlúdio (Notorious, 1946) - Preto e Branco - Com Cary Grant, Ingrid Bergman e Claude Rains.
Agonia de Amor (The Paradise Case, 1947) - Preto e Branco - Com Gregory Peck e Charles Laughton.
Festim Diabólico (Rope, 1948) - Com James Stewart e Cedric Hardwicke.
Sob o Signo de Capricórnio (Under Capricorn, 1949) - Com Ingrid Bergman e Joseph Cotten.
Pavor nos Bastidores (Stage Fright, 1950) - Preto e Branco - Com Jane Wyman e Marlene Dietrich.
Pacto Sinistro (Strangers on a Train, 1951) - Preto e Branco - ComJanela Indiscreta Leo G. Carroll e Farley Granger.
A Tortura do Silêncio (I Confess, 1953) - Preto e Branco - Com Montgomery Clift, Anne Baxter e Karl Malden.
Disque M Para Matar (Dial M For Murder, 1954) - Com Ray Milland, Grace Kelly e Robert Cummings.
Janela Indiscreta (Rear Window, 1954) - Com James Stewart e Grace Kelly.
Ladrão de Casaca (To Catch a Thief, 1955) - Com Cary Grant e Grace Kelly.
O Terceiro Tiro (The Trouble With Harry, 1955) - Com Cary Grant, Joan Fontaine e Cedric Hardwicke.
O Homem Que Sabia Demais (The Man Who Knew Too Much, 1956) - Refilmagem de homônimo de 1934, com James Stewart e Doris Day.
O Homem Errado (The Wrong Man, 1956) - Preto e Branco - Com Henry Fonda e Vera Miles.
Um Corpo Que Cai (Vertigo, 1958) - Com James Stewart e Kim Novak.
Intriga Internacional (North By Northwest, 1959) - Com Cary Grant, James Mason e Eva Marie Saint.
Psicose (Psycho, 1960) - Preto e Branco - Com Anthony Perkins, Janet Leigh, Vera Miles, John Gavin e Martin Balsam.
Os Pássaros (The Birds, 1963) - Com Tippi Hedren, Rod Taylor, Suzanne Pleshette e Veronica Cartwright.
Marnie, Confissões de uma Ladra (Marnie, 1964) - Com Tippi Hedren, Sean Connery e Diane Baker.
Cortina Rasgada (Torn Curtain, 1966) - Com Paul Newman e Julie Andrews.
Topázio (Topaz, 1969) - Com Frederick Stafford e Dany Robin.
Frenesi (Frenzy, 1972) - Com Jon Finch e Alec McCowen.
Trama Macabra (Family Plot, 1976) - Com Karen Black e Bruce Dern.

Para encerrar deixo uma dica… se vocÊ acha que cinema mudou ou Preto e Branco é coisa inútil, você precisa ver os filmes do mestre Hitchcock.

E fique atento ao seu visinho, afinal de contas nunca se sabe o que ele pode estar fazendo entre quatro paredes :)

domingo, 13 de setembro de 2009

aadm

Gladiador (Gladiator de Ridley Scott, 2000)

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…ainda falando sobre o mesmo. Este vem a ser um pedido da nossa mãe.
E não porque pedido de mãe é uma ordem! E sim, porque este ótimo filme é sim merecedor desta sessão.
E você, cinéfilo ou não. Tem quase que a obrigação de assistí-lo!

A película é de 155min. (2hs e 35min.), e muito bem produzida e levada pelas câmeras de Ridley Scott.
O filme em sí, trata de um assunto bastante conhecido por todos nós. A vingança!
E no caso de Maximus, a mesma é muito bem calculada para ser comer fria!
A história, mesmo não sendo verídica, em partes. Foi roteirizada, produzida e dirigida como se aquilo realmente tivesse acontecido. Deixando-nos até mesmo um pouco confusos.

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Como diz o ditado: O que seria do bem se não existisse o mal? E é verdade!
E Gladiador conta minuçiozamente a maldade, inveja e cobiça. Levando à atuações espetaculares contando um pouco sobre o que o ser humano é capaz para alcançar o que deseja.

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Este é mais um filme que sinto em não ter assistido no cinema. E não foi por falta de convite, e até mesmo de pagar o meu ingresso. Pois o mano Overless, assistindo primeiro, quiz na época e a todo custo me levar também para assistir. E como este nunca foi o meu gênero, acabei recusando o convite e me arrependendo meses depois de assistir no VHS. Meu Deus!

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Hoje para a nossa mãe, o anúncio de Gladiador, é decreto e troca certa de canal. Sem importar o que está passando na TV. Assistindo quantas vezes forem preciso!
E sem nenhuma sombra de dúvida. Este filme faz realmente isto com você.
Deixando de lado outro filmes bons, valendo a pena assistir novamente o Gladiador.
Encerro pedindo a você que ainda não assistiu: Se você cometeu o mesmo erro que eu, em rejeitar Maximus Décimus Meridiuns, ainda há tempo de dar uma chance à espada deste ótimo Guerreiro Gladiador. Corra até a locadora e assista logo!
E você que já assistiu, assista de novo, de novo e de novo…!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

aadm

A Maldição
(Thinner de Tom Holland, 1986)

Thinner Stephen King é sempre Stephen King e dispensa qualquer comentário, mas movido peo post abaixo resolvi postar este Assista que por sinal faz tempo que não posto nada por aqui.

Assim como vários outros livros, esta é mais uma história do mestre do suspense que vira filme nas mãos de Tom Holland, que por sinal nunca mais fez nada, mas soube como niguém levar a obra do merstre para o telão. Prova disto é que antes deste ele dirigiu Fenda no Tempo (The Langoliers, 1995) que foi apresentado em forma de seriado, e antes fez Contos da Cripta e Histórias Maravilhosas com Spielberg.

Nos atendo ao filme, na história um casal ao sair da festa resolve “inovar” e fazem um sexo oral por assim dizer no transito. A felação termina com o atropelamento de uma cigana na beira da estrada. O caso vai a julgamento mas o culpado e advogado em uma cidadezinha no interior e se dá muito bem com o Xerife e com o Juiz que cuidam do caso que acaba dando em nada, como forma de vingança ele lança uma maldição em cada um deles e apartir dai acompanhamos a “definhação” de Billy Halleck que pesava uns 200Kg virar em pele e osso, mesmo que ele coma horrores todos os dias.O elenco ainda conta com Joe Montegna como amigo do definhado.

Sendo de Stephen King você já pode ver sem medo, por que com certeza a história será intrigante e boa, mas este em especial deve ser vita por tamanha a atualidade da produção, em efeitos, em direção… e como qualquer história de King, sempre existe uma mensagem no fundo. O filme já existe em DVD, só não sei se tem no Brasil ou na sua locadora mais próxima, mas com certeza vale a correria… fica aqui a dica para se ver na sexta a noite, e um aviso de brinde… Se for inventar moda fique atento na estrada, afinal ninguém quer uma maldição destas ;)

domingo, 23 de agosto de 2009

aadm

O Resgate do Soldado Ryan
(Saving Private Ryan de Steven Spielberg, 1998)

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Bem, depois de ontem a noite, nunca entendi o porque é que ninguém do Cine-Phobia nunca postou nada sobre este clássico/obra-prima! Pois bem, aqui está, entrando para o hall,… “Por favor, Assista… Antes de morre”!

E com tais elementos: sendo o mentor Spielberg, quase não se tem muito o que escrever. E sim, sair correndo para locar e assistir logo este grandioso filme de guerra.
Sei que vários cinéfilos e não, assistiram. Sendo na minha modesta opinião, o melhor filme de guerra dos últimos dez anos. É claro que tiveram outros, mas nem perto deste!

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Sejamos realistas perante a 7ª Arte. Pois este filme [O Resgate do Soldado Ryan], vem a ser a realização máxima de Steven Spilberg. Tudo no filme é levado muito a sério. Deixado de lado algumas piadas e nos levando ao extremo sobre o que foi a Segunda Guerra Mundial.

E quem ainda não assistiu (que eu acredito serem poucos), por favor, corra até a locadora mais próxima e alugue este filme. Até mesmo um não-cinéfilo irá se imprenssionar. Tenho certeza!

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O Resgate do Soldado Ryan
(Saving Private Ryan de Steven Spielberg, 1998)

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Ainda tratando-se do mesmo…

E ainda lembrando deste filme. Ontem a noite percebi que o mesmo tinha “caído” no meu esquecimento para postar sobre. Me desculpem!
E em trocas alternadas de canal da minha esposa. Eis que ela própria parou quando identificamos juntos (infelismente) já o final do filme. Proteger a qualquer custo e até com a própria vida uma ponte importante!

Gosto e muito desta sessão devido a liberda de expressão e sem rodeios para se falar e escrever sobre cinema.
E, O Resgate do Soldado Ryan é isso mesmo. É o cinema levado a sério e jamais visto, mesmo dez anos depois. E sem rodeios…!
Como já dito acima: O Resgate do Soldado Ryan é a realização máxima de Spielberg. Neste, todas as suas características são levadas ao extremo de competência, técnica e narrativa.
Tudo neste filme foi meticulozamente calculado. Nos trazendo com certeza (ou tentando), a máxima realidade. Onde os soldados (aliados ou não), morrem de bala perdida como se estivesse esperando a guerra acabar num piscar de olhos. Como se Deus estivesse esquecido ou não quizesse participar de tanta violência em massa. E ao seus olhos, talvez sem um propósito para tal.

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O filme tem também um propósito, visto aos olhos de muitas pessoas como sendo uma história simples. E é verdade!
Oito soldados indo em busca de um soldado que nenhum deles conhece. E contra a vontade de outros soldados, todos devem obidiência e respeito ao Capitão John Müller. Cujo o seu propósito é cumprir a(s) sua(s) missão(ões)!
E isto sem quase que questionar seus superiores. E sim, somente entender sua missão e seguir a ordem. E não abusando de sua patente, explica sobre a mesma, deixando seus subordinados a mercê da vontade própria.

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Sendo assim, uns contra e outros a favor, o grupo se divide em opinões. E não na união!
O grupo sae em busca do Soldado Ryan. O único ainda vivo de três irmãos. Onde na mesma guerra dois já foram abatidos.
E afim de ao menos tentar amenizar a dor da mãe. O General do Estado Maior George C. Marshall dá tal missão à este pelotão.

Com vários imprevistos não anunciados em cena e levado muito bem [dirigido], nos deixa não somente nervosos. E sim com dúvidas e perguntas! Quem é, como é e sí, for encontrado vivo, vai valer a pena (vidas) todo este esforço e sacrifício por um soldado? Ou seja, oito vidas por uma?!
Entregues a sorte nesta longa caminhada, há muitas controvérsias. Só que, com um diferencial: a união do e em grupo. Sempre guardando a própria vida e preocupado com a vida do colega ao lado. Onde vale tudo para proteger ambas as vidas. Inclusive meias engraxadas coladas nas correias de tanques alemães.

E também dito, O Resgate do Soldado Ryan é isso e mais um pouco. Muito bem levado pelas belas cãmeras de Steven Spielberg. É o que ele faz de melhor!
Pois só ele é capaz de colocar o velho Ryan diante de um cemitério com a sua família, preocupado com um simples pedido (faça por merecer…!), perguntando à sepultura do Capitão Müller, se ele havia sido merecedor da missão de oito vidas que também lutavam por suas próprias. Será?!
Pois a resposta está em 169 minutos.