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domingo, 16 de maio de 2010

ha20

Rimo Quente (Dirty Dancing de Emile Ardolino, 1987)

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E ainda falando do mesmo… digo:
Não poderia ter sido melhor, atores e película totalmente levados por uma diretora.

Este é mais um filme não merecedor de sinopse.
Realmente não vale pena, simplismente porque a própria película e a trilha sonora já fala por sí.

Um ótimo romance e quase que uma “pílula” para conquistar aquela bela moça que não lhe dá a menor bola. Com a ajuda é claro, do inesquecível Patrick.

quarta-feira, 3 de março de 2010

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A Fuga (The Getaway de Roger Donaldson, 1994)

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Esse é realmente do tempo de Alec Baldwin e Kin Basiger.
O filme que literalmente lançou o casal nas telonas e os levou ao Altar depois das cenas quentes gravadas! (risos)

Não lembro a ocasião em que assisti. Só me lembro bem da Produtora American Video. Tendo como logo-marca uma Águia estampada nas capas de várias fitas VHS. (risos)

Na época dos eu lançamento, houveram várias criticas, comparando- o com o original, estrelado por Steve Macquen e Ali Macgrey. Comparações a parte, A Fuga foi muito bem realizado, com ótimo elenco e direção.
Certo que o casal central Alec Baldwin e Kim Basinger extrapolaram suas fantasias sexuais em algumas cenas picantes, mas acredito também que foi para dar mais emoção ao filme.

Importante lembrar também que tem cenas muito bem fotografadas. E os vilões estão muito bem representados, sendo então o cínico e cara-de-pau James Woods e Michael Madsen. Sem contar a direção de Roger Donaldson, que foi bem caprichada!
Certo que "A Fuga" não é merecedor de Oscar, mas é diversão de primeira linha. Uma ótima Fuga das novelas Globais e Chatus-Brothers.
Bem pessoal, pra quem ainda não assistiu, digo que vale a pena conferir. Até porque tem um “Alec Baldwin” em boa forma para a mulherada e uma “Kim Basinger”, linda e esbanjando sensualidade para os marmanjões se babarem! (risos)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ha20
Os Selvagens da Noite
(The Warriors de Walter Hill, 1979)

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Pois bem,… lembrei deste filme só porque descobri outro dia que o mesmo acaba de se tornar um Game da RockStar (a mesma do GTA), para PlayStation 2 e XBox360.
E particularmente falando,… Jogos baseados em filmes costumam ser sem graça, emoção e sem alma, mas no caso da adaptação de The Warriors (Os Selvagens da Noite), de 1979, fica evidente que, acima de tudo, a Rockstar está declarando seu amor a um dos filmes que marcaram a década de 80.

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The Warriors, o filme, falava de gangues de marginais nova-iorquinos à procura de mais espaço e ao mesmo tempo protegendo os já conquistados. Sem contar o próprio grupo (a gangue) também.
Os caras não eram e nem foram simples meliantes como os dos filmes de hoje em dia, mas pós-punks com estilo, gente que sabia valorizar um “bom” penteado e um jeans justo no corpo. Que na maioria era couro mesmo! (risos)
As vezes, ou quase sempre Fora de moda, é verdade, assim como o gênero briga de rua no estilo Double Dragon. Éééé… 1979!

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É considerado por vários, e inclusive por mim. Um dos melhores filmes sobre gangue, que acima de tudo, tem uma história direta, sem rodeios que se passa durante a madrugada Nova-Iorquina.
Este é o típico filme da época da Sessão de Gala. E para quem ainda não assistiu, deixo como uma boa dica para falta opções melhores ou até curiosidade. Ah, e lembrando que o mesmo não vale como curso para a marginalidade. (risos)

Tenha um bom filme!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

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Pork’s (Pork’s de Bob Clark, 1981)

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Eu sei e entendo que o ditado: gosto não se discuti.
Agora se você acha American Pie engraçado (calma, eu também gostei, mas do primeiro!), então você deve assistir Pork’s.
Pois este foi o professor dos filmes adolescentes que temos hoje em dia. Conta a verdadeira história e a vontade viver dos adolescentes.
Principalmente os que só pensam em sexo! E isso inclue também as garotas. (risos)

O filme marcou e muito de quem tem hoje 30 anos. E assim podemos ver também o quanto éramos mais saudáveis e sem maldade. Ao contrário da adolescência de hoje em dia.
Um filme fabuloso e divertido do ínicio ao fim, batendo aquela saudade.
Assistam, porque Pork’s é demais. E ainda mais com duas sequências.

Corre um boato pela net que estão pensando (ainda sem nomes) em fazer um remake. Bom, todos já devem saber sobre a minha opinião a respeito de remake!
Enfim, assistam novamente e relembram o quanto éramos sacanas. Ou tentávamos ser… (risos)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

ha20 O Último Dragão
(The Last Dragon de Michael Schultz, 1985)
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4321_poster_the_last_dragon A década é a de 80, mas na época a influência da disco e black music eram evidentes no cinema com os filmes tipo “Blaxpoitation” como eram chamados os filmes que eram predominante a raça negra na telona. Filmes e séries como Shaft e Brigada Carter fizeram sucesso na época mas não foi só nesses gêneros que os negros se estabeleceram.

Com a força que a Motown tinha na época, lançando todo o tipo de conjunto ou cantor negro eles lançaram este clássico que enfeitava a Sessão da Tarde até pouco tempo atrás, estou falando de O Último Dragão e seus personagens caricatos na melhor versão black dos filmes de Bruce Lee.

Leroy Na trama Bruce Leroy é um aprendiz de Kung Fu em busca da iluminação completa que segue a risca os ensinamentos de seu mestre. Morando no Harley e filho de pais donos de uma Pizzaria ele leva a vida fazendo entregas e fazendo seus treinos sem tempo para as mulheres até que ele conhece a bela Laura Charles, produtora musical que rouba o coração de Leroy. O que parecia ser a história perfeita acaba sendo pausada pelo tenebroso Sho’nuff, o Shogun do Harley que acredita só provar sua supremacia vencendo vanity02 em uma luta contra Leroy, e ele quer enfrentá-lo custe o que custar.

A história é conhecida de todos por usar os mesmos elementos dos filmes de Bruce Lee, mas na época não se tinha heróis negros no Kung Fu, foi ai que entrou Bruce Leroy, para virar esta história.

Com uma trilha sonora de dar inveja até a Earth, Wind and Fire, o filme se destacou e ecoa a sua produção até os dias de hoje, infelizmente seus protagonistas não fizeram mais nada após este sucesso ficando marcados para sempre por seus papéis.

shonuff-x-samuel-copy Recentemente foi divulgado que será feito um remake do filme seguindo a mesma excência, e apesar do elenco e produção estarem engatinhando um dos personagens já tem o seu ator garantido, ninguém menos que Samuel L. Jackson que agora usará a roupa vermelha e caçará Bruce Leroy como o Shogun do Harley, caras e bocas L. Jackson tem de sobra para fazer o papel, resta esperar para conferir como será este remake. Cruze os dedos Blade, para que este não caia no balaio dos péssimos remakes já feito até hoje.

domingo, 1 de novembro de 2009

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Viagem Insólita (Innerspace de Joe Dante, 1987)

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Sinopse: Tuck Pendleton (Dennis Quaid), um piloto de teste da Marinha, se ofereceu para uma experiência médica altamente perigosa: um submarino com Tuck no comando foi encolhido até o tamanho molecular, para ser inserido no corpo de um coelho vivo. Se bem sucedido, o teste poderá resultar em inovações radicais em técnicas cirúrgicas. Entretanto, alguns ladrões tentam roubar Tuck e o submarino enquanto ambos estavam miniaturizados e, por acidente, Tuck e o submarino acabam sendo injetados no corpo de Jack Putter (Martin Short), um amável balconista hipocondríaco. Assim, Jack tem de lidar com coisas que nunca mexeu na vida para tentar salvar Tuck.

Este é mais um filme para se assistir com a família. Logos uma bela refeição e ainda se ter qualquer coisa à ser feita. Sim, porque seja lá o que for que você tenha para fazer. Vale o esforço, e abandonar o dever e trocá-lo por este filme.
22 anos depois (dias de hoje), o mesmo é muito pouco lembrado pela programação atual. Agora que desfruta de uma TV por assinatura, pode se fartar. de várias gargalhadas. (risos)

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O filme é muito show!!Tem uma história evolvente, personagens carismáticos e, sobretudo, um humor bem dosado. Que diverte, e complementa as várias cenas bonitas, entre elas, a da cápsula viajando ao redor de um feto em formaçâo. É ótima a viagem!

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Agora voltemos ao presente. E focalizamos o principal da história: encolher um submarino à um tamanho molecular para tal pesquisa. Agora imaginem tal feito nos dias de hoje. Com tantas doenças se curas. E uma pessoa/cinetista podendo ver ao vivo aquela praga que mata nós humanos. E que ainda não tem cura!
Acredito que as pesquizas iriam avançar e muito. (risos)

Mas, infelismente não passa de um conto de ficção científica. produzida por ninguém menos que Steven Spielberg. – Só podia ser…!
E já que tal aventura não sai da película e torne-se realidade. Ficamos na torcida para se encontrar tais curas e nosso corpo aumente as defezas para tais pragas.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

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Sem Licença para Dirigir (License to Drive de Greg Beeman, 1988)

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UahuHauhA… desculpa! Não tem como não rir escrevendo e lembrando de mais esta Sessão da Tarde.

Este é o sonho de muita garotada até hoje. Não importa o tempo, a adolescência tem uma louca paixão por carros em geral. Tunados ou não, o prazer de sentir a força do volante nas mãos é algo que não tem preço.
E o agravante do desejo pelo mesmo aumenta, e muito, quando agrega-se uma bela mulher. (risos)
Era o que faltava para realmente se ter graça e completar o prazer e o objetivo da uma “simples” Carta de Motorista. Ou não?!…

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“Bicicleta é o caramba, eu quero é um belo motor possante. E se for preciso, roubo o carro do meu pai!”. Este vem a ser o retrato do filme e o sonho do jovem. Não se pode mentir, todo o jovem vem no mínimo com a desculpa de lavar o carro do pai com o intuito de dar aquela voltinha na quadra depois do carro limpo. Parece ser uma simples troca de favores, só que as vezes não funciona assim.

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O próprio que em sua época passou pela mesma ou situação parecida. Sendo filho, insentiva o mesmo em fazer a dita Carteira de Motorista. Sem esquecer daquela pressão de pai sob responsabilidades e etc.

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Só que a coisa complica um pouco mais quando junta ao redor a pressão festiva dos amigos de bairro mais aquela bela mulher/vizinha que sempre se teve uma certa paixão recolhida. Uau!… Quando eu pegar carteira vou convidar ela pra uma volta. hehehe… Mas mais uma vez não é bem assim!
Ainda mais quando não se consegue a Carteira de Motorista e se parte para o plano “B”, “C” e/ou “D”. O importante é alcançar o objetivo! Dar uns amassos na bela! (risos)

E se você ainda não assistiu a esta Sessão da Tarde, assista. E tome como aprendizado em não roubar o que não é seu. (risos)

domingo, 20 de setembro de 2009

ha20 Algumas perólas as vezes passam batido por nós até que um belo dia resolvemos escrever sobre e nos damos por conta de que tinhamos esquecido de publicar algo sobre ele, ou que publicamos pouco com relação a sua obra, por isso este mega post sobre o mestre dos filmes de Suspense.

Alfred Hitchcock – 1899 à 1980

hitchcock O famoso e cultuado cineasta inglês Alfred Joseph Hitchcock nasceu em 13 de agosto de 1899 em Londres e faleceu aos 80 anos de idade nos Estados Unidos em 29 de abril de 1980, na cidade de Los Angeles, California, devido a problemas renais. Ele é considerado o "Mestre do Suspense", com uma carreira de quase 70 filmes (veja filmografia principal abaixo), boa parte composta por expressivos clássicos do cinema que tornaram-se referências para toda uma safra de "thrillers" seguintes, além de inspiração para o trabalho de vários outros diretores importantes, como George Romero, Francis Ford Coppola, Dario Argento, Mel Brooks, Brian De Palma e Quentin Tarantino, que homenagearam o cineasta em seus filmes.
Hitchcock iniciou sua filmografia na Inglaterra em 1922 e após váriasfestim produções mudas e sonoras de sucesso como "O Homem Que Sabia Demais" (1934) e "A Dama Oculta" (1938), ele migrou para os Estados Unidos em 1939. A partir daí, ele iniciou a fase americana de sua consagrada carreira dirigindo seus principais filmes como "Festim Diabólico" (1948), "Pacto Sinistro" (1951), "Disque M Para Matar" (1954), "Janela Indiscreta" (1954), "Um Corpo Que Cai" (1958), "Intriga Internacional" (1959), "Psicose" (1960), "Os Pássaros" (1963) e "Frenesi" (1972), trabalhando com atores consagrados como Cary Grant, James Stewart, Gregory Peck, James Mason, Paul Newman, Sean Connery, Ray Milland, Grace Kelly, Kim Novak, Ingrid Bergman, Vera Miles, Doris Day, e outros.

O que mais chama atenção no trabalho de Hitchcock é a simplicidade da da direção e cenário, chegando a quase nada mas com uma trama e uma narrativa de dar inveja a muito aprendiz de hoje em dia, onde efeitos hitchcock-barbieespeciais era chocolate ralo a baixo, chegando a filmar somente com uma câmera, que ele fez em Festim Diabólico, onde ele usava takes nas costas dos atores para poder trocar o rolo do filme.

Uma curiosidade é que Hitchcock gostava de aparecer em rápidas e curtíssimas pontas em seus próprios filmes, todas não creditadas e como simples figurante, fato que aconteceu em mais da metade dos filmes que dirigiu. Essa atitude inusitada acabava despertando a atenção do público em tentar localizá-lo em seus filmes. No caso de "Psicose", por exemplo, ele aparece rapidamente com um chapéu de "cowboy" no lado de fora do escritório imobiliário em que a protagonista principal Marion Crane trabalhava.

Confira abaixo a lista com as principais obras do mestre:

FASE INGLESA

O Locatário (The Lodger - A Story of the London Fog, 1927) - Preto e Branco - Mudo - Com Marie Ault e Arthur Chesney.
Chantagem e Confissão (Blackmail, 1929) - Preto e Branco - Com Anny Ondra e Sara Allgood.
Assassinato (Murder!, 1930) - Preto e Branco - Com Herbert Marshall e Norah Baring.
O Homem Que Sabia Demais (The Man Who Knew Too Much, 1934) - Preto e Branco - Com Peter Lorre e Leslie Banks.
Os Trinta e Nove Degraus (The Thirty-Nine Steps, 1935) - Preto e Branco - Com Robert Donat e Madeleine Carroll.
O Marido Era o Culpado (Sabotage, 1936) - Preto e Branco - Com psicose-489x336 Sylvia Sidney e Oskar Homolka.
O Agente Secreto (Secret Agent, 1936) - Preto e Branco - Com John Gielgud e Peter Lorre.
Jovem e Inocente (Young and Innocent, 1937) - Preto e Branco - Com Nova Pilbeam e Derrick De Marney.
A Dama Oculta (The Lady Vanishes, 1938) - Preto e Branco - Com Michael Redgrave e Margaret Lockwood.
Estalagem Maldita (Jamaica Inn, 1939) - Preto e Branco - Com Charles Laughton e Horace Hodges.

FASE AMERICANA

alfred-hitchcock-movies Rebecca, a Mulher Inesquecível (Rebecca, 1940) - Preto e Branco - Com Laurence Olivier, Joan Fontaine e George Sanders.
Correspondente Estrangeiro (Foreign Correspondent, 1940) - Preto e Branco - Com Joel McCrea e George Sanders.
Suspeita (Suspicion, 1941) - Preto e Branco - Com Cary Grant, Joan Fontaine e Cedric Hardwicke.
Sabotador (Saboteur, 1942) - Preto e Branco - Com Robert Cummings e Priscilla Lane .
A Sombra de Uma Dúvida (Shadow of a Doubt, 1943) - Preto e Branco - Com Joseph Cotten e Teresa Wright.
Quando Fala o Coração (Spellbound, 1945) - Preto e Branco - Com Ingrid Bergman e Gregory Peck.
Interlúdio (Notorious, 1946) - Preto e Branco - Com Cary Grant, Ingrid Bergman e Claude Rains.
Agonia de Amor (The Paradise Case, 1947) - Preto e Branco - Com Gregory Peck e Charles Laughton.
Festim Diabólico (Rope, 1948) - Com James Stewart e Cedric Hardwicke.
Sob o Signo de Capricórnio (Under Capricorn, 1949) - Com Ingrid Bergman e Joseph Cotten.
Pavor nos Bastidores (Stage Fright, 1950) - Preto e Branco - Com Jane Wyman e Marlene Dietrich.
Pacto Sinistro (Strangers on a Train, 1951) - Preto e Branco - ComJanela Indiscreta Leo G. Carroll e Farley Granger.
A Tortura do Silêncio (I Confess, 1953) - Preto e Branco - Com Montgomery Clift, Anne Baxter e Karl Malden.
Disque M Para Matar (Dial M For Murder, 1954) - Com Ray Milland, Grace Kelly e Robert Cummings.
Janela Indiscreta (Rear Window, 1954) - Com James Stewart e Grace Kelly.
Ladrão de Casaca (To Catch a Thief, 1955) - Com Cary Grant e Grace Kelly.
O Terceiro Tiro (The Trouble With Harry, 1955) - Com Cary Grant, Joan Fontaine e Cedric Hardwicke.
O Homem Que Sabia Demais (The Man Who Knew Too Much, 1956) - Refilmagem de homônimo de 1934, com James Stewart e Doris Day.
O Homem Errado (The Wrong Man, 1956) - Preto e Branco - Com Henry Fonda e Vera Miles.
Um Corpo Que Cai (Vertigo, 1958) - Com James Stewart e Kim Novak.
Intriga Internacional (North By Northwest, 1959) - Com Cary Grant, James Mason e Eva Marie Saint.
Psicose (Psycho, 1960) - Preto e Branco - Com Anthony Perkins, Janet Leigh, Vera Miles, John Gavin e Martin Balsam.
Os Pássaros (The Birds, 1963) - Com Tippi Hedren, Rod Taylor, Suzanne Pleshette e Veronica Cartwright.
Marnie, Confissões de uma Ladra (Marnie, 1964) - Com Tippi Hedren, Sean Connery e Diane Baker.
Cortina Rasgada (Torn Curtain, 1966) - Com Paul Newman e Julie Andrews.
Topázio (Topaz, 1969) - Com Frederick Stafford e Dany Robin.
Frenesi (Frenzy, 1972) - Com Jon Finch e Alec McCowen.
Trama Macabra (Family Plot, 1976) - Com Karen Black e Bruce Dern.

Para encerrar deixo uma dica… se vocÊ acha que cinema mudou ou Preto e Branco é coisa inútil, você precisa ver os filmes do mestre Hitchcock.

E fique atento ao seu visinho, afinal de contas nunca se sabe o que ele pode estar fazendo entre quatro paredes :)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

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Poxa, fazia tempo que ninguém passa por aqui. E nem em viagem! (risos)
E por falar em viagem, lembramos de férias. E de férias lembramos desta ótima opção de Sessão da Tarde.

Férias Frustradas (National Lampoon's Vacation de Harold Ramis, 1983)

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Uma comédia espetacular de quebrar a chapa de tanto rir!
Filmes como este não são mais feitos hoje, muito menos parecido!

Sendo uma produção do ícone da década de 80, falecido na última semana, John Hughes. Este é mais um filme que fala por sí só!
O sucesso dele vem da veracidade em cadeia familiar. Onde toda a família que se preze dá-se o direito de tirar umas férias e sair da rotina diária e semanal.
E Férias Frustradas, conta esta verdade sendo uma história para se assistir em família.
Com atuações espetaculares, roteiro, produção e direção. Este marcou, e é com certeza lembrado até hoje nas Tardes de Semana por vários cinéfilos.

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Vale lembrar também, que, Férias Frustadas foi locado em uma velha locadora (não direi o nome por questões éticas), perto de casa pelo nosso pai. Devido a ausência e demora para repetir na TV.
E a tal fita VHS estava tão velha que acabou estragando o arcaico cabeçote do vídeo-cassete.
O pai ficou bastante bravo. Pois além de não assitir o filme ainda ficou no prejuízo. (risos)
Que Deus o tenha, mas ele [pai] não teve a chance de conhecer. Mas o mesmo para nossa alegria, já consta em DVD!

Uma dica: Se estiver com sono, não dirija. E quem tiver uma boa sogra, não a leve em viagem externamente. (risos)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

pdc Este provavelmente será o maior post que eu escrevo nos últimos tempos mas mais do que falar, é ver e recordar um dos maiores sucessos da história do cinema, e não estamos falando de ET ou coisa parecida, estou falando de um belíssimo filme de ação, suspense, romance, comédia e policial, e não vejo hoje outro filme para ocupar tantos posts como este. Mas antes mesmo de começar a ler este misto de Papo de Cinéfilo, Assista antes de Morrer, Ha 20 anos, Som de Cinema, de um play para ouvir esta palhinha e desafio aos mais antigos a não ficar com um nó na garganta

Senhoras e Senhores…ha20Máquina Mortífera (Lethal Weapon de Richard Donner, 1987, 89, 92 e 98)

lethal_weaponO ano era 1987, e eu tinha apenas 7 anos. Quando penso em Máquina Mortífera lembro do meu pai (acredito que Blade também). Nesta época ainda era muito caro ter vídeo cassete e a solução encontrada pelo meu pai era alugar não só os filmes como o próprio aparelho, o que era sinônimo de festa em nossa casa, já que todos se reuniam (e acredito que rolava até uma vaquinha) para assistir aos filmes no já falecido formato VHS.

Lembro que meu pai era muito conservador, e apesar de começarmos a ver sempre os filmes juntos, se a coisa começasse a ficar demais ele mandava a gente brincar, graças que ele nunca fez isso com a série Máquina Mortífera.

O filme é um dos poucos que traz ensinamentos completos e diretos  sobre diferenças a serem superadas pelo bem maior, amor e além de tudo sobre a amizade. Este é um dos poucos filmes onde 2 homens contracenando é impossível de não dar aquele nó na garganta, e a maestria de Donner de conseguir emocionar só com imagens, sem mel_gibson_lethal_weapontexto, sem nada. Apenas com imagens você consegue entender exatamente o que está acontecendo. Os mais novatos podem achar diícil de acreditar, mas aqui vai a prova nesta cena que deveria ser parte integrante na faculdade de artes. A cena tem 8 minutos, mas aos 07:05 você consegue ver a amizade entre os dois sem texto algum:

lethal_weapon_three Foram 4 filmes ao todo e infelizmente segundo o próprio Blade que estava acompanhando de perto os caminhos do quinto filme, foi confirmado que este tão esperado não ira mais sair, uma pena para todos nós que adoramos a série.

Além de todas estas qualidades, a série é um dos poucos exemplares que conseguiu se superar a cada episódio, onde no primeiro a trama é sobre drogas (assunto de jornal também na época, mas naquele tempo era Heroína), o segundo sobre racismo e lavagem de dinheiro, o terceiro sobre uma quadrilha que traficava armamentos, e quando todos pensaram que a dupla estava “too old for this shit” eles lutaram contra a máfia chinesa. O 4 vendido como “Assista o melhor de lethal_weapon_four_ver3 todos”, não era analogia, realmente Lethal Weapon 4  é o melhor de todos, e este é o que mostra que todo o elenco e equipe de produção não são apenas colegas ou amigos, são na verdade uma grande família.

Além de Gibson e Glover o elenco ainda conta apartir do segundo com Joe Pesci, do terceiro Rene Russo e no quarto com Jet Li que após este acabou ganhando sua carreira solo em Hollywood.

A cereja do bolo desta produção fica com a Trilha, assinada por ninguém menos que Eric Clapton.

5.1It`s probably me
(Sting com arranjo de Eric Clapton)

Impossível lembrar deste filme e não lembrar da música que é tema dos quatro episódios, com arranjo de Clapton e a voz de Sting, a música simplesmente se encaixa na película passando a ser mais um item de cena do que uma música propriamente dita, e por isso dispensa mais comentários. O que falar do cara que criou músicas como Tears in Heaven, Change the world entre outras com o vocalista do The Police, não precisamos falar mais nada né…

Além desta música existe uma série de arranjos que foram utilizados em momentos chave do filme ficando como marca registrada de Murtaugh, Riggs e os dois juntos.

Após esta overdose de LW, peço aos que já viram que reserve aquele dia de ver filme repetido para ver este que merece um lugar de destaque em qualquer videoteca. E para os mais jovens, deixo apenas o cabeçalho do post que já diz tudo ;)

aadmAté a próxima!