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sábado, 26 de março de 2011

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Sucker Punch – Mundo Surreal
(Sucker Punch de Zack Snyder, 2011)
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sucker_punch_mundo_surreal_2011_f_010Sou suspeito para falar do trabalho de Zack Snyder, já que sou fã do cara desde o seu primeiro filme (que vi no cinema 3x inclusive) Madrugada dos Mortos de 2004. O cara consegue fazer de um filme uma experiência única, não só pela modo de dirigir como com o visual do filme que por si só já fala muito. Mas agora você deve estar falando que é fácil, pois este foi uma regravação do título do mestre Romero e os seguintes foi de outros mestres, dentre eles Frank Muller. Mas estamos falando do primeiro filme que ele fez tudo, inclusive criar uma história original.

Não posso falar muito para não estragar surpresas mas vamos a experiência em si. Todos nós sonhamos quando eramos mais jovens, tinhamos visões sem fim com cenários complexos e lutas épicas que duravam dias em nossa imaginação mas no final das contas eram apenas minutos antes da janta. Como seriam estas viagens, nossas viagens na tela? Outros sonhos eram com garotas, lindas, maravilhosas, e se fossem talentosas com roupas de estudantes então, era sonhos molhados na certa. E como a onda agora são Mangás e histórias do Japão por que não colocar uma colegial de espada de samurai para lutar contra Samurais de 3 metros de altura.

Para, para tudo, mas que viagem é esta, colegial lindinha e frágil com espada lutando contra samurais de 3mt de altura… mas que m@#$% é esta?

Velho (e velhas!), tudo que eu posso dizer é que ele conseguiu mais16716F6B1CC0C42A67F454D136777A uma vez tornar o impossível possível (como em Watchmen), colocar tudo isto de forma coerente, e o que é pior, no final de toda a loucura mostrada na tela, fazer você se emocionar com a conclusão da história (eu confesso que fiquei com um nó na garganta).

…

Faltam palavras para descrever, mas só posso encerrar dizendo que eu quero mais é que o novo filme do Homem de Aço saia pra ontem, certamente vai ser um milhão de vezes melhor que o trabalho do Synger.

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INVASÃO DO MUNDO: BATALHA DE LOS ANGELES
(World Invasion: Battle Los Angeles de Jonathan Liebesman, 2011)

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Invasão-do-Mundo-A-Batalha-de-Los-AngelesFilmes sobre catástofre vão e vem e já figuraram por aqui como tema de um 10 mais. Mas infelizmente nem todos os filmes criados neste tema merecem figurar em uma lista, quanto mais ser comentado. Prova disto foi o sofrível Skyline que segundo os produtores custou algo em torno de U$ 20 milhões, mas se tivessem utilizado 10% deste valor para pagar um bom roterista o filme teria impressionado bem mais.

Mudando completamente de realidade, Batalha de Los Angeles faz jus ao gênero por trazer uma visão sobre a realidade dos militares, mas com o mesmo clima de Guerra dos Mundos, onde não é explicado como ou por que os Visitantes do espaço querem colonizar o planeta. Em uma correria ou outra se vê uma possível explicação de um repórter na TV indicando que eles querem a nossa água, mas nada se confirma.

O clima tenso do início ao fim e por se passar na cidade da a impressão que estamos vendo um Resgate do Soldado Ryan em 2010. A bala pega, e pega feio do início ao fim dando diversão a quem quer ver tiros para todos os lados.

Mas como todo filme deste gênero, este não foge dos cliches, e aqui a bola da vez é o mais que batido patriotismo doentio americano, onde se abre mão de tudo para lutar pelo solo americano. Sorte que isto não chega a ofuscar a ação do filme.Invasao-do-Mundo_-Batalha-de-Los-Angeles-1

Enfim, o filme é muito bom para diversão do início ao fim, mas também serve para se ter uma idéia de como seria uma possível invasão nos dias de hoje, independente de ser em Los Angeles ou qualquer outro lugar do mundo.

sexta-feira, 18 de março de 2011

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127 Horas (127 Hours, de Danny Boyle 2010)

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Na verdade não lembro do último filme que conta uma história real tão boa. 127 Horas é o tempo de Aron Ralston.
Um verdadeiro aventureiro sem medo, corajoso e sozinho.
O filme, sendo uma história verdadeira, nos ensina principalmente a ter no mínimo medo de algo alguma vez na vida. Para então por a nossa coragem à prova e encarando-a de frente.

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Pra quem não sabe nada deste, chega a pensar que o filme é somente ficção. Está enganado, pois Aron Ralston é o jovem que precisou arrancar o próprio braço para se livrar de uma rocha que o prendeu por mais de cinco dias no Bluejohn Canyon, E.U.A.

E a minha surpresa foi a atuação de James franco, que soube trazer a realidade ao máximo ao personagem real.

Encerro: cinéfilos, assistam 127 Horas. Porque são quase 100min. de monotonia que prende a atenção.

sábado, 5 de junho de 2010

xray Inimaginável (Unthinkable de Gregor Jordan, 2010)
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UnthinkablePoster Até que ponto você acredita que conhece os limites do que se pode fazer ou não contra alguém, todos nós temos limites, tanto para o bem quanto para o mal, e para quem está do outro lado, sempre existe um apoio, algo que nos concentramos para se fazer algo.

Quando este algo é uma maldade e vai de encontro a tudo e a todos que você conhece e ama, até que ponto você iria para conseguir uma resposta que faria com que este terror tivesse fim, nossos limites são diferentes, mas para você o que seria Inimaginável de ser feito?

Com esta pergunta em mente que você deve assistir ao novo filme de Samuel L. Jackson pilotado por Gregor Jordan que conta a história de um terrorista de solo nativo americano que começa informando que plantou 3 bombas nucleares em 3 cidades do país, resta saber do que o governo será capaz para arrancar do terrorista a localização de cada uma delas.

O gênero tortura já foi explorado em outras produções como Chamas da Vingança (a clássica frase “Uno por uno”) e Nova York Sitiada e esta, assim como seus predecessores, merecem atenção principalmente pelo time principal que além de Jackson conta com o ator inglês mais requisitado do momento Michael Sheen (Lucian de Underworld) e a sumida Carrie-Anne Moss (a eterna Trinity).

Mas fica a dica… tirem as crianças da sala, o filme é bem pesado!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

xray[3]_thumb[1]_thumb[1] O Lobisomen (The Wolfman de Jon Johnston, 2010)
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the-wolfman-2010-poster-hq Algumas histórias são tão perfeitas que não merecem serem reinventadas ou recriadas, e sim somente recriadas usando a tecnologia que temos hoje. A prova disso são os temíveis “remakes” de que o Blade tanto fala e foge, mas pior que fazer um remake é você pegar um personagem e tentar transformá-lo em outra coisa, como a tal criadora da Saga Crepúsculo, que simplesmente ignora a a mitologia criada para os vampiros e continua sua saga dos vampíros purpurinados.

Acredito que foi justamente este pensamento que dividiu ao público ao ver O Lobisomen, já que o diretor Joe Johnston fez o mesmo que o diretor Peter Jackson fez com o King Kong, usou a tecnologia de hoje para contar a mesma história criada e que faz de O Lobisomen ocupar lugar cativo na galeria de Monstros Clássicos da Universal.

Na história Ben Talbot (Benício Del Toro) volta para a cidade natala a pedido da cunhada, a bela Gwen Conliffe (Emily Blunt) para investigar a morte terrível de seu Noivo e Irmão de Ben. O problema é que ele descobre que o mal que assola a cidade é muito maior do que ele imaginava.

Os efeitos são os de hoje, e vão fazer que você esqueça o que viu em Anjos da Noite. Se você curte este tipo de filme e história, não deixe de assistir a esta bela produção que ainda conta com a participação de Anthony Hopkins.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

xray[3]_thumb[1] O Livro de ELI (The Book of ELI de The Hughe Brothers, 2010)
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The-Book-of-Eli-PosterJá vimos Denzel Washington na pele dos mais variados papéis na grande tela, de policiais no futuro até a interpretação do seu primeiro vilão que lhe rendeu um Oscar vivendo Lorenzo em Um Dia de Treinamento. Mas como salvador da humanidade nunca tinhamos visto, até agora.

E coube aos irmãos Hughes dirigir Denzel no papel de um andarilho que carrega um livro que contém a chave para a salvação da humanidade após um holocausto nuclear que apesar de andar sozinho ele não está desamparado. Denzel faz o papel de lutador muito bem chegando a perfeição as cenas em que está lutando com um projeto de espada.

O filme mostra como ficaria a humanidade caso realmente acontecesse um holocausto destes, e como o próprio personagem principal comenta, vamos voltar a dar importância para as pequenas coisas que hoje achamos insignificante.

Os destaques da produção ficam pela interpretação de Gary Oldman como o louco que quer pra si o conhecimento que o livro contém e para a câmera de ação dos irmãos Hughes, me fez lembrar de Bado Boys 2… vale a pena.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

xray[3] Homem de Ferro 2 (Iron Man 2 de John Favreau, 2010)
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iron-man-2 Tudo que esperamos de uma sequencia de filmes e que ele seja no mínimo igual ao anterior, e justamente com este pensamento que Favreau conseguiu trazer Homem de Ferro 2 para as telonas, mas com algumas ressalvas.

Se você gosta do Herói, este filme te transporta para dentro da HQ literalmente, a sequencia de abertura é espetacular, finalizando com a revelação de Stark como homem de ferro. Downey Jr. mais uma vez arrasa como o milionário “to nem aí” que opde ter tudo o que quer, menos a sua saúde reestabelecida 100%, e na minha opinião foi ae que Favreau exagerou, pois de 10 em 10min o tema (envenenamento por Paládio) volta a tona, talvez tentando mostrar que o Homem de Ferro não é tão de Ferro assim.

Agora tirando isso, a aparição de Nick Fury, o escudo do Capitão América e a declaração escancarada de que Vingadores vem aí já vale o ingresso, agora muita atenção… a aparição de Mickey Rourke como o vilão Ivan Danko, pra mim, é a melhor de todos os tempos… simplesmente maravilhosa, pena que ele foi mal aproveitado no filme.

Se você gostou do primeiro, veja o segundo sem medo, diversão na certa. Agora se você não gostou… assista pelo menos pelo Rourke, vai valer a pena.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

xray Lua Nova (New Moon de Chris Weitz, 2009)
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lua-nova2 O que dizer da sequência do filme que destrói o universo dos vampiros?

…
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Isso mesmo… nada… o filme continua contando a história desprezível de Bela e sua paixão platônica por Edward, o “Vampiro Purpurinado”, só que desta vez ele decide ir embora (não dá pra entender o por que) e ela acaba caindo nas graças do “Lobinho” Jacob (este pelo menos não tem purpurina) além de descobrir que quando a sua vida corre risco, ela consegue fazer um UpLink com o Edward… ops, desculpem acabei de resumir as 2hs de filme neste parágrafo!

Claro que se você for uma adolescente em crise de identidade ou uma trintona no auge da crise dos 30, ainda tem muito lobo sem camisa pra ver, agora se você já passou desta fase… fique muito longe desta produção execrável.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

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Os Coletores (Repo Men de Miguel Sapochnik, 2010)

repo men

Um filme de 1hs:45min. na medida. Sem efeitos especiais mas carregado em visuais.
Sem rodeios e direto ao assunto, logo nos primeiros 10min.. De ficção científica e de uma história não fabulosa. E sim, no minímo curiosa e de logo ali…!
Por ser quem sabe uma realidade não muito distante. E para muitos, quem sabe, uma solução.
Em resumo: O filme é grotesco e totalmente ignorante!

Levado à sério,… “Não pagou, eu te tomo!”.
Um filme realmente prevísivel nos primeiros 20min.. tendo a única novidade somente a história, cenas reais e uma correria diferente.
O filme não é ruim! Só que conta muito o seu censo de percepção, vontade e os olhos como assiste.

Agora, os 20min. finais?!… Hã! (risos), é sem previsão. E vale a pena assistir. (risos)
Depois a gente se fala. (risos)

Wallpapers

sexta-feira, 23 de abril de 2010

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Daybreakers
(Daybreakers dos Irmãoes Spierig, 2010)

daybreakers_ver5_xlg-e1262194611963 Com tudo o que está acontecendo hoje, desastres naturaias, escasses de recursos, imagine nosso bem mais precioso e necessário, a água, sendo extinta para sempre devido ao nosso crescimento sem controle no planeta como um câncer, como disse o gloriosos Agente Smith ao Thomas “NEO” Anderson.

Imaginou… agora substituo a sociedade atual por vampiros e a água por sangue, é justamente isto que os irmãos Spierig mostram nesta produção. O filme se passa em 2016 em uma realidade que os vampiros tomaram conta do mundo e somos apenas alimento pra eles, o problema é que com o crescimento da sociedade vampirística, a comida (sangue humano) está acabando, e no desespero eles acabam se atacam, e com a ingestaõ do sangue da  própria raça tornam-se monstros. Não demora a aparecer racionamento de sangue, uma garrafa de sangue de recem nascido custar uma fortuna e a ter mendigos vampiros com a frase “Eu podia estar roubando, eu podia estar matando…”

daybreakers_5O filme é inteligentíssimo e de uma acides a sociedade moderna e a sua atual forma de levar a vida impreenssionantes. Esqueça estes enlatados de vampiros que existe hoje e assista a Daybreakers de mente aberta, tenho certeza que você não vai se arrepender.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

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Olá cinéfilos de plantão!
Antes quero pedir desculpas às todos (ou quase), que nos acompanham.
E devem terem se perguntado, – Aonde foram esses caras?!.
Calma pessoal, estamos aqui mesmo estando ausentes!
Com grandes poderes vem grandes responsabilidades. (risos)
Mas as novidades…

Ilha do medo (Shutter Island de Martin Scorsese, 2010)

ilha-do-medo_poster

Depois de algum tempo sem poder e ainda com muita vontade de assistir este filme. Ontem sanei a vontade!

Sou fã de Martin Scorsese, é um diretor diferente que dirige bem mais diferente dos demais. Por isso, pra mim, ele é ótimo!
Mas tive o desprazer de ler sobre esta película.

A maior parte da crítica americana não resistiu à tentação de rotular “Ilha do Medo”. A meu ver isso decorre de uma dificuldade de classificar os trabalhos do cineasta, que não estão nas duas linhas centrais de sua carreira, sendo os filmes de máfia e os dramas históricos.
Sem contar que o que pesa é a dificuldade de entender a película. Que na minha modesta opinião Scorsese fez uma homenagem aos filmes “B” da década de 50’. Principalmente a trilha sonora que ficou espetacular e muito bem colocada junto de um suspense muito curioso, intrigante nos deixando quase o tempo todo na dúvida.

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O filme de imediato prende a atenção por ser uma história simples. Recheada de suspense e trilhas de dar um certo medo!
Figurinos concertados e cenários bem arrumados. E tudo isso leva você a uma confusão com as lembranças do U.S. Marshal [DiCaprio].

O filme trata ou deveria tratar de loucura em geral. E sem querer entregar absoltamente nada deste ótimo filme. Eu digo à vocês: O filme não é de ação e muito menos de efeitos especiais. É um filme sério e inteligente para se assistir de noite!
Dê uma história espetacular!… Nos prendendo do início ao fim, mesmo tendo sono.

E o final? Hã… Sem comentários. Assita “Ilha do Medo”!

quarta-feira, 17 de março de 2010

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… ainda sobre The Pacific.

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Talvez eu esteja me adiantando em postar nesta sessão. E o certo seria a conclusão de série [o décimo episódio]; só que depois do pouco que eu assisti ontem [o primeiro episódio], fica e ficou impossível em não adiantar este post!

"The Pacific", a série televisiva mais cara da história (desde Band of Brothers), com um orçamento de US$ 200 milhões e a presença de Steven Spielberg e Tom Hanks como produtores.
E para quem curtiu Band of Brothers, The Pacific será um prato cheio. Em vez de retratar o front europeu, The Pacific, como o próprio nome já adianta, relata as batalhas que ocorreram no Japão.

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E há tanto o que se escrever sob, que este post, que com certeza ficaria muito extenso. Irei resumir…
Ótimo em todos os sentidos, principalmente na abertura/apresentação dos créditos.
E para quem gostou de Band of Brothers, irá sim, acredito eu gostar desta série. Pois a produção aproveitou tudo de bom desde Resgate do Soldado Ryan. Aplicando o mesmo em Band of Brothers e nos trazendo até aqui.

Bom, encerro por aqui e já na torcida pelo EP02. E que o EP10 demore à chegar. (risos)

terça-feira, 16 de março de 2010

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Invictus
(Invictus de Clint Eastwood, 2009)

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Uma receita que já vem certa desde quase sempre. Eastwood e Freeman!
O filme é muito bem levado por Freeman na pele de Nelson Mandela. Principalmente até as cenas finais da Copa do Mundo de Rúgbi, e juntamente transmitindo a inspiração gerada por Mandela às pessoas que o cercam.

Agora trantando-se de Clint Eastwood, confesso que achei fraco e de pouca desenvoltura. A gente fica até o final do filme, aguardando o filme crescer mais. E infelismente é algo que não acontece!
É um filme muito tradicional, sem clichês e ao mesmo tempo quase nada de original.
Porém a história é contada de uma maneira inspiradora. E também levada por Matt Damon que perto da grande estrela em atuação [Morgan Freeeman], passou à um ator coadjuvante e quase que perdido durante o filme.

Bem pessoal, o filme não é ruim. E sim de contar muito aos olhos de quem assiste. E se você quer assistir uma atuação esplendida e uma história sem grandes surpresas. Tecle Play…!