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sexta-feira, 14 de maio de 2010

xray Lua Nova (New Moon de Chris Weitz, 2009)
metro_pessimo

lua-nova2 O que dizer da sequência do filme que destrói o universo dos vampiros?

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Isso mesmo… nada… o filme continua contando a história desprezível de Bela e sua paixão platônica por Edward, o “Vampiro Purpurinado”, só que desta vez ele decide ir embora (não dá pra entender o por que) e ela acaba caindo nas graças do “Lobinho” Jacob (este pelo menos não tem purpurina) além de descobrir que quando a sua vida corre risco, ela consegue fazer um UpLink com o Edward… ops, desculpem acabei de resumir as 2hs de filme neste parágrafo!

Claro que se você for uma adolescente em crise de identidade ou uma trintona no auge da crise dos 30, ainda tem muito lobo sem camisa pra ver, agora se você já passou desta fase… fique muito longe desta produção execrável.

sexta-feira, 5 de março de 2010

naadm

O Fim da Escuridão
(Edge of Darkness de Martin Campbell, 2010)

o-fim-escuridão

É, em resumo rápido: é a volta de Mel Gibson como protagonista de um filme.
E se alguém acreditava em uma película não próxima, e sim, que lembrasse bons filmes do mesmo. Esqueçam!!

O ápce do filme é o policial Thomas (Mel Gibson), testemunhando a morte da própria filha. Sendo chamada pelo nome “Craven” e em seguida levando um tiro de calibre 12'. Este pouco é mais ou menos sete minutos de filme, que pára por aí…!

O filme depois fica lento demais. Cheios de vai e vem que fica enxendo linguíça. É porque o roteiro e as atuções dos atores são péssimas. Isso sem contar o resto!…
Até o próprio e experiente Mel Gibson deixa à desejar o filme todo!

o-fim-escuridão-cena O seu personagem que vê a única filha sendo assassinada brutalmente, não demonstra em momento algum a perda da filha, e muito menos empenho em acabar com o(s) assassino(s). Sim apenas procurar o culpado que as vezes parece meio perdido em sua busca.
E assim Thomas passa 1:51min. . Andando de carro e literalmente batendo de porta em porta procurando o F.D.P.!

E eu dou o Prêmio Fabroesa à película!
Pior roteiro, pior trilha sonora, pior edição e montagem, piores atuações, pior ator (Mel Gibson) – por ser também o único nome de peso. Pior diretor Martin Campbell. E pior história! Sim, porque tratando-se de história entre e pai e filha, eu fico sem dúvida com o filme Busca Implacável – Lian Nisson.

E na minha Santa Leiguisse, digo que, teria sido muito mais praserozo, divertido e bilheteria garantida se Mel tivesse aceitado Martin Riggs em uma 5ª continuação. É sonho nosso ou meu!

Agora quem tiver coragem, que assista por sua conta e risco.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Assalto ao carro Blindado
(Armored de Nimrod Antal, 2009)
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armored_poster Policial que trabalha para uma empresa de segurança é coagido por seus colegas veteranos a roubar um carro-forte contendo US 42 milhões.

A história é tão fraca que a sínópse não pode passar disso. Do início ao fim do filme tudo é previsível inclusive o seu final, indecifrável dizer o por que Laurence Fishburne, Matt Dillon e Jean Reno aceitaram a trabalhar no filme. certamente não foi para concorrer ao Oscar.

E encerro por aqui com um trailer, pra que você decida assistir ou não a esta bomba.

domingo, 20 de dezembro de 2009

xray A Caixa
(The Box de Richard Kelly, 2009)
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Não é a primeira vez que caio no conto do vigário do trailer que serve para vender filmes. Pensei que com A Caixa seria diferente, ledo engano meu.

No filme, um casal com crises financeiras recebe uma misteriosa caixa de madeira deixada na porta de casa. Nela um aviso: se apertarem o botão que abre a caixa, ganharão 200 mil dólares imediatamente, mas alguém que eles não conhecem irá morrer. O conto já foi adaptado em um episódio da série 'Além da Imaginação'.

Cameron Diaz vive a personagem principal do longa. James Marsden ('X-Men') viverá o marido de sua personagem. O orçamento do filme está na casa dos US$30 milhões. 'A Caixa' estreia no Brasil em 4 de Dezembro de 2009.

Apesar da premissa ser boa, infelizmente a maneira como o diretor conta a história beira o sofrível. O Filme começa sem pé nem cabeça, ele parece estar na década de 70, mas estão falando em ir pra marte, coisa que não fizemos até hoje, e pra ajudar ele é daqueles filmes que te dá raiva por que quando você se da por conta que o filme é ruim, já é tarde demais para voltar atrás, então o jeito é assistí-lo até o final. Mas eu dou a dica… nem comece, pra não sofrer do mesmo mal que eu sofri.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

naadm Garota Infernal
(Jennifer’s Body de Karyn Kusama)
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jennifers_body Vida de cinéfilo é brabo… ando em uma onda de ver filme ruim que vou contar uma coisa, infelizmente na tentativa de fugir da maldição acabei escolhendo o filme errado e pelo jeito a “inhaca” vai continuar.

Difícil encontrar palavras para descrever este filme, mas para não dizer que é horrível podemos dizer que ele é na melhor das hipóteses dispensável, a não ser que você tenha 15 anos e seja perdidamente apaixonado por Megan Fox, ou tenha mais de trinta e tenha fantasias eróticas com ela, não que eu não tenha, mas estamos falando de cinema certo? E tendo isto em mente, nem pense em ver esta pérola procurando entretenimento ou sustos, o filme ao contrário da grande maioria foi feito para a Megan e para colocá-la em toda a roupa que seduz tanto os adolescentes quanto aos marmanjos, afinal de contas pra que mais teria serventia a cena de lesbianismo sem contexto no filme?

Bom pessoal, encerro dizendo que vocês devem assistir por conta e risco, e se seu interesse for Megan, procure o trailer ou fotos na internet que será menos doloroso e bem mais barato.

Pelo menos deram um filme de acordo com o seu poder de interpretação, já é alguma coisa neh! Se for levar em consideração que os criadores deste filme são os mesmos de Juno com a memsa diretora de Aeon Flux não se pode esperar grande coisa mesmo.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Aproveitando o retorno do Blade, volto também para postar… o problema é que infelizmente a safra está horrível, pois pelo jeito só vimos filmes ruins e eu especificamente vi 2 filmes.

O primeiro eu me atenho a dizer que serve unica e exclusivamente para divertir adolecentes de 12 anos, e de tão vazio não tenho como escrever nada, estou me referindo a GI Joe a Origem de Cobra.

Agora do pequeno bruxo, este sim tenho o que falar.

naadmHarry Potter e o Enígma do Príncipe
Harry Potter and the Half-Blood Prince de David Yates, 2009
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harry-potter-32 Tirando o fato do elenco todo ficar marcado para o resto da vida como bruxos a lá Mark Hamill, o filme é simplesmente enfadonho… calma Blade que eu sei que tu gosta do Bruxo, e não só tu como meu cumpadre estava nos cascos (expressão do sul para morrendo de vontade) de ver o filme do bruxo, quase como enfeitiçado e confesso que com o resultado do último filme também estava curioso, imaginando eu que eles tinham finalmente feito o filme sair de cima do muro, ledo engano, mas antes, um pouco de história.

São 7 livros ao todo, e todos vão para a grande tela, inclusive o último será dividido em 2 partes (não sei por que). O primeiro da série foi A Pedra Filosofal com o Trio Ternura ainda de fraldas e fedendo a leite. O filmizinho bobo, mostrando crianças aprendendo magia e que o personagem principal estava fadado a enfrentar o algoz da sua família. Depois veio A Câmara Secreta e o fantasminha que queria namorar com ele no banheiro, O Prisioneiro de Azkabam que mostrou seu tio lobo e o rato que virava gente. O Cálice de fogo que marcava a puberdade de todos e na minha opinião o menos pior A Ordem de Fenix, onde após 10 anos de estudos, finalmente os bruxos criaram uma ordem para sair a caça dos comensais da morte, afinal de contas pra que aprender bruxaria se você não pode usar? Finalmente veríamos uma guerra do bem contra o mal, que é o que gostamos de verdade, e este em específico terminou com morte e tudo, muito bom. Não que eu goste de desgraça, mas que graça tem você pagar o ingresso para ver um monte de pirralhos aprendendo a arte da alquimia, mais bizarro que isso só se convidassem Paulo Coelho para ser professor em Hogwarts e Raulzito ressurgisse para ser colega de classe de Harry.harry-potter-and-the-half-blood-prince-20080320101218658_640w

Voltando ao masi recente, o que eu posso dizer… (barulho de grilo!)  como todos sabem que eu não gosto do universo criado por JK, vamos aos fatos: O filme tem 2:30 onde se tem a mesma porcaria de copa de Quadribol, o mesmo amor não correspondido de Hermione por Ronny que consegue uma namorada e o namoro dele toma no mínimo 1h do filme, uma explicação calhorda do Principe mestiço e o que é pior, sem Ralph Fienes como Valdemort para salvar todo mundo… volto a dizer, quer ver filme de bruxas e feitiços, procura duelo de titãs da década de 70 que é 1000000000 de vezes melhor que este amontoado de clichês.

Ahhh… nota, no final da sessão, tanto meu cumpadre quanto minha esposa que são fãs, ficaram com cara de quem comeu e não gostou… engraçado mesmo foi a frase do meu cumpadre:

- É… este filme ficou um pouco parado!

AhUAhUAHuhuA… espero que o próximo que eu veja seja realmente bom, por que a coisa anda difícil.

sábado, 18 de julho de 2009

naadm Duplicidade (Duplicity de Tony Gilroy, 2009)

duplicity-poster-owen-rober Acredito que não só eu mas como o Blade e o Nandão (que por sinal acho que deu abandono) certamente odeiam escrever para esta sessão, por isso as vezes arrumamos as coisas, olhamos para o lado, fizemos vista grossa para evitar colocar qualquer filme nesta coluna, mas infelizmente para nós que assistimos aos filmes existes algumas “obras” que é impossível não colocar aqui.

É o caso de Duplicidade, uma “obra” de Tony Gilroy, e explico o por que da ironia. Já dizia o ditado quem nasceu pra ser pinto não vira galo, e no caso de Gilroy ele nasceu para escrever e não para dirigir, o cara é responsável pelo roteiro de Eclípse Total em 1995(Dolores Claiborne, Livro de Stephen King), O Advogado do Diabo (The Devil’s Advocate de Taylor Hackford, 1997) e mais recentemente a Trilogia Bourne. Mas como diretor ele fez a bomba Conduta de Risco e agora me apresenta a falada “Obra”.

A trama conta a história de uma rivalidade entre dois grandes empresários, que tu não entende da onde saiu e nem pra onde vai, e fica em um interminável vai e vem que nem para os escritores de Lost tem como se achar. E o pior de tudo é que toda esta enrolaçada é para mostrar um desfeixo idiota fraco.

Como todos sabem, gosto não se discute, mas pode ter certeza que para o filme figurar  por aqui você deve no mínimo ver o filme com desconfiança.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

naadm Dia dos namorados macabro (My bloody valentine de Patrick Lussier, 2009)

my-bloody-valentine-3d-outracoisa Sei que o assunto “remakes” já está mais do que batido por aqui, mas fazer o que se os caras teimam em continuar com esta heresia…

Desta vez a obra veio de 1981, o filme comandado por George Mihalka (sendo este seu segundo trabalho já que o primeiro e o restante são descartáveis, aliás… não sei por que este também não foi?!) conta a história de um massacre épico (Plágio de todos os filmes do final da década de 70 começo de 80) por um mascarado (Plágio de Jason e assemelhados) que sobreviveu a uma tragédia na mina (mais Jason impossível) e acaba se tornando uma espécie de lenda urbana.

A desculpa desta vez foi a nova tecnologia 3-D que existe hoje para convencer a todos a ver (como foi vendido) o primeiro filme de suspense em 3-D. Dou GRAÇAS A DEUS por não ter gasto o meu rico dinheirinho para ver esta “BOMBA” no cinema.

O diretor Patrick Lussier (emerso editor de séries da década de 90)1233801473 que só dirigiu porcaria [ABRE ASPAS] A Profecia 3, 2000 – Drácula 2000 e Vozes do Além 2  [FECHA ASPAS] resolveu fazer este que ele chamou de revolução. Dá vergonha de dizer que ele ousou a dizer que o filme é 3-D, pois ele usa como efeitos o mesmo princípio usado para os antigos desenhos 3-D.

Na falta do que mal falar podemos dizer que ele copiou tudo direitinho, filme começa com festinha de colégias que depois acaba virando massacre (x) Checked – Gostosa em cena de sexo onde mostra os peitos (x) Checked – Ninguém consegue fugir do bandido (x) Checked – Ponta mediocre para uma continuação (x) Checked.

Da pena mesmo só do Jensen Ackles (Dean de Supernatural) para na minha opinião tentar não ficar marcado pelo seriado. Infelizmente escolheu o trabalho errado.

PS. Não vou nem colocar o trailer disso.

domingo, 5 de abril de 2009

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Arquivo X – Eu quero acreditar!

arquivo-x-2-poster02 Quanto tempo um seriado tem de vida?

Esta pode ser uma pergunta intrigante e com variações para cada fã que pode defender a duração eterna da sua série prefirida, mas não só as séries como os filmes tem que ter um limite de continuação… até pela saúde de seus telespectadores. Isso foi provado e comprovado com Freddy, Jason, Michael Meyers, Pin Head… e aqui só falamos de filmes, mas com o tempo os seriados (muito mais constantes do que filmes) acabam por saturando a sua própria excência. Esperto são aqueles que saem ainda no auge.

Quem aqui lembra do seriado A Justiceira, comandado com maestria por Daniel Filho e com Malu Mader no papel principal que passava na Globo a alguns anos… infelizmente a Globo nunca mais fez uma séria de ação tão boa quanto aquela, e para nossa sorte, ela ficou sendo lembrada como a melhor série da TV brasileira.

Lost vai até o sexto ano (ano que vem termina minha gente) o que deixou muitos fâs desesperados, já que assim podemos nos nortear e tentar imaginar qual vai ser o desfecho do que ainda está por vir.

Mas você deve estar se perguntando o que tudo isto tem a ver com o X-Files filme de um dos seriados mais famosos da década de 90. Simples… o que pode ser feito para tentar ressucitar um seriado que a muito já foi esquecido e não se ouve mais nada a respeito?

Esta foi a missão dada a roteirista e diretor da produção que me nego a escrever aqui para não lembrar deles nunca mais.

Na produção que tenta (sem nenhum sucesso) ressucitar o interesse do público em geral eles fizeram o seguinte (spoiler a frente)…

Imagine 1:45 de filme e neste tempo você começa com uma história de um padre pedófilo vidente que não sabe se Deus existe. Dana Scully as voltas com uma doença de um garoto que não tem a menor relação do filme, Fox Mulder exilado em uma casa fazendo recortes de jornal, e lah no final aparece o Skeener, para salvar o dia sabe-se lá deus da onde (acho que cochilei nesta parte) para descobrir que a conspiração desta vez não é sobre ET’s ou tentativas de golpe por intelectos mais evoluídos, mas sim que um casal de “bibas” ao invés de optar pela simples troca de sexo, optam por trocar a cabeça de corpo para serem felizes para sempre…

Não, você não leu errado, imagine que o desfeixo de uma história é usar a medicina avançada para trocar a cabeça de corpo (como já foi tentato pelos nazistas na segunda guerra) por que a “biba” quer ficar no corpo de uma mulher!!!

Se você quer ver filme com bibas suicidas, assista Silêncio dos Inocentes, se você quer ver partes trocadas de cadáveres, vá ver Frankeinstein de Mary Sheley, de qualquer forma… agora que você já sabe o enredo, não precisar perder 1:45 minutos de sua vida, já que eu já fiz este sacrifício por vocês…

A única coisa que peço em troca… fiquem longe desta BOMBA, pois acredito que só eles acreditam que tudo isto daria certo…

Pelo menos eles queriam acreditar.

domingo, 22 de março de 2009

naadm Missão Babilônia

missao_babilonia

Apesar deste que infelizmente merecia outro nome, em vez de “filme”, é de 2008. E eu imaginar que o filme não seria bom, não sei porque resolvi assistí-lo ontem a noite. Pois fiz uma péssima troca: Bad Boys 2 por Missão Babilônia. Que horror!

Talvez não adiante muito este post nesta categoria. Já que o mesmo é considerado antigo. Mas acredito e tenho fé em poder salvar os olhos e o tempo de mais alguns cinéfilos.
Pessoal, este é o filme que o ator Vin Diesel não deveria ter feito! Porque o próprio [Diesel] e o diretor francês Mathieu Kassovitz (Rios Vermelhos, muito bom por sinal), não acreditavam no projeto. Inclusive também não recomendam o filme.

E eu tive ontem a noite esta prova. E fui contra tal aviso e a não-recomandação.
O filme é simplismente pavoroso! E não por ser de terror, e sim por ser ruim mesmo.
A minha coragem durou exatamente logos e infenitos 43 minutos.
O filme deixa tudo a desejar! A começar pela falta de originalidade, imitando bons filmes.

Começando que Missão Babilônia deveria ser um “filme” pós apocalíptico. Coisa não é nem foi…
Porque desta linhagem, ao meu ver, o que manda é Mad Max, 1979!
E sem contar que o “filme”, ainda tem uma grande ponta de Carga Explosiva. Tendo à tira-cólo duas bagagens como peso morto. Sendo as mesmas uma mulher especialista em artes marciais. A outra uma menina que aparenta ser um Anti-Cristo feminino. NOTA: Nada contra as mulheres!

E tudo isso tendo como cenário de fundo a antiga Rússia. Onde ninguém é de ninguém, junto de pouca ação. E quando tais acontecem são de péssima qualidade!
E para o meu fim nestes 43 minutos, a minha pasciência junto de muita pouca força de vontade em tentar continuar assistindo esse que tentou ser um remake de A Fuga de Los Angeles, 1996. Encerro dizendo que até escrevi demais.

E como sendo padrão do Cine:Phobia, deixo para vocês o trailer, do “filme”. E quem tiver a coragem em assistir, já coloque a partir dos 44 minutos.

segunda-feira, 9 de março de 2009

naadm

Após tanto tempo sem dar as caras eis que retorna com um filme que eu jurava que seria justo o contrário, mas…

The Unborn

unborn-uk2Produção americana sem título em português com a seguinte narrativa:

Adolecente começa a ser atormentada pro pesadelos e pesquisando sobre eles descobre que ele teve um irmão gêmeo que morreu no parto, o problema é que o que está atormentando ela não é bem o irmão.

Com esta premissa e o trailer já havia me fisgado e me deixado roendo as unhas para ver a produção… e pior que a espera foi a decepção.

Mas por que decepção?
Diretor: David S. Goyer – Pra encurtar… escreveu O Cavaleiro das Trevas
Produção: Michael Bay – Foi chamado pelo Spielberg para dirigir Transformers
Não preciso dizer mais nada né.

O filme começa sem pé nem cabeça, passa por uma pesquisa sem fundamentos alá O Chamado (outra bomba) e termina com um exorcismo em hebráico de dar dor de barriga, e o final, mas é claro deixa aquela maldita linha para uma continuação. Salvação do filme emsmo são os efeitos que dão um certo cagaço, mas efeito não faz filme, e pensando nisso lembrei que apesar de ser um ótimo escritor, ele não é bom diretor… que comprovar. Assita Blade Tinity (2004) e O Invisível (2007) e se mesmo assim você ainda não estiver convencido, veja The Unborn (2009).

Depois não diz que não avisei.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009


Appaloosa - Uma Cidade sem Lei

O título do filme ao ler a primeira vez é de certa forma, digo até impactante. Logo percebemos que o mesmo tratar-se de um faroeste, “... Uma Cidade sem Lei”.
E quem não gosta de um bom faroeste com ótimos atores, figurinos, lindos cavalos, lindas paisagens e belas Cancã´s? E aqueles caras mal vestidos e suados cheios de roupa em pleno sol de 40ºC com um revolver na cintura semi automático, e mesmo assim rápidos no gatilho como se já estivesse nascido com a arma na mão. E por aí vai...
É pessoal, pois “Appaloosa” não tem nada haver com isso escrito acima. A começar pelo primeiro nome, “Appaloosa”, Meu Deus! Calma, eu explico o significado do mesmo!

Appaloosa é uma raça de cavalo. Também conhecida como Cavalo-Pintado. Distingui-se pelas cores que são herança de cavalos primitivos, pois esta é uma raça muito antiga, já foram encontradas pinturas rupestres datadas de até 18.000 anos a.C.
E adianto de ante mão!... Nem os cavalos salvam o filme. Por que os pobres estão mais é para manga larga. E muito, mas muito longe de terem cores de herança primitiva. Só sendo de primos muito distantes, além de 18.000 anos a.C. .

O filme é levado pelos atores: Ed Harris, Robert Knott, Viggo Mortensen, Renée Zellweger, Timothy V. Murphy.
Bem, pelos nomes em destaque é claro que já dá vontade de assistir o filme. Além da capa do filme, é claro.
O mesmo teve o roteiro, a produção e a direção do próprio Ed Harris. Coitado!
Mas já aviso a todos que ele é anos luz melhor atuando até em papéis coadjuvantes.
Eu gosto bastante de Ed Harris, principalmente no papel de General Francis Xavier Hummel em “A Rocha”. Um espetáculo de papel!

E Viggo Mortensen então, deu-se mal em sair da vida de Rei Aragorn pra empunhar um revolver. Antes ele mesmo tivesse arrumado uma continuação secundária para o “O Senhor dos Anéis”. Teria sido muito mais feliz, mesmo que este não fosse um sucesso!

E a Oscarizada Renée Zellweger, já é ruim, daí só fica pior quando ela abre a boca. O figurino dela é bem melhor quando aparece sem por uns 5 segundos quase no fim do filme.
Bem e o resto do elenco, mas que resto?!...
Ed Harris poderia ter trabalhado muito mais a história do filme. Teria sido muito melhor do que passar o filme de cara feia, falando grosso e sentado à soleira de perna pra cima olhando o movimento dos figurantes (que não tem), na rua barrenta.

Pessoal é claro que temos o fator: Gosto não se discute!
Agora quem quiser se arriscar em assistir Appaloosa e tiver sua própria opinião, sinta-se a vontade.
Agora se a minha dica for uma furada, estou dando a cara à palmatória.

Parabéns se achar algo de bom no filme!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009


Antes de chegar ao fim, vamos começar pelos meios...

Os Irmãos Coen, vencedores do Oscar de 2007 pelo ralo Onde os fracos não tem vez (No Country for Old Men, 2007) começaram com a sua carreira dirigindo ótimos filmes com grandes sacadas e um humor quase doentio como exemplo posso citar Fargo (Fargo, 1996), O Grande Lebowski (The Big Lebowski, 1998) e E aí meu irmão, cadê você? (O Brother, where art thou?, 2000). Ótimos filmes que podemos comparar com outros de humor ácido como os do Tarantino por exemplo.

Aparentemente após a virada do milênio eles esqueceram desta premissa de sucesso e começaram a fazer filmes descartáveis como Matadores de Velhinhas (The Ladykillers, 2004) onde eles mostram uma gang que tentam roubar um barco através da casa de uma senhora de idade negra e cristã. Tentativa sem sucesso de humor de Tom Hanks, que após entrar de cabeça no gênero do drama, não consegue mais voltar ao gênero que o lançou.

Rodeios aparte vamos a bomba da vez, que é Queime depois de ler (Burn after reading, 2008). Com um elenco estrelado (até demais) o filme conta a história de um camarada do alto escalão do governo americano que decide escrever um livro, o rascunho acaba parando nas mãos do Nerd interpretado por Brad Pitt que decide fazer chantagem com o escritor para levantar uma grana e a coisa acaba tomando proporções desastrosas. A premissa promete um filme a lá Guy Ritchie como Snatch - Porcos e Diamantes (Snatch, 2000) com reviravoltas pra lá e pra cá. Ao invés disso ficamos acopanhando as trapalhadas de uma mulher de meia idade e seus encontros anônimos para poder transar e sua meta de fazer 6 cirurgias plásticas...

...
...
... (barulho de grilo)

Bom... infelizmente não tenho mais o que falar deste filme (se é que pode ser chamado assim), e só pelos elogios na capa já podemos ficar com o pé atrás, já comentamos isso aqui antes lembra? só espero que não assistam esta terrível bomba da grife Coen.