
A lista dos investidores da empresa de Madoff, que realizou fraude de US$ 50 bilhões com vítimas em todo o mundo, foi divulgada na quarta-feira.


Para quem acompanha a carreira de Jim Carrey, vem por aí o seu último filme, "Sim Senhor", que teve estréia em cópias dubladas e legendadas em todo o país no último dia 30/01. E acredita-se também, que por já conhecermos o seu trabalho e é claro, sem criticas destrutivas sobre a atuação de Jim, imagina-se que neste filme parece não ter nada de novo. Além dos já conhecidos trejeitos, bocas e caretas do ator. A própria trama soa conhecida, uma espécie de reciclagem de "O Mentiroso", de 1997. Filme que por sinal gosto bastante, além também de gostar bastante de Jim Carrey em “O Mentiroso”, o filme nos passa uma lição, por mais incrível que pareça de “filho para pai”.
Ele [Jim Carrey], em vez de não poder mentir, como ocorria em seu personagem naquele filme de doze anos atrás, Carrey interpreta um rapaz que não pode dizer não. Nesta nova produção, o ator é Carl Allen, um bancário entediado, que prefere ficar só à companhia de seus amigos Peter (Bradley Cooper, de "Penetras Bons de Bico") e Rooney (Danny Masterson, do seriado "That '70s Show").
Apesar de batido o gênero Anjos e Demônios sempre é garantia de bilheteria, talvez por tratar de um assunto que a séculos nos tras questionamentos e para alguns até dúvidas sobre as "Divindades" que nos rodeiam, afinal de contas, será que existe realmente um Deus ou um Diabo, Será que a luta entre o bem e o mal se resumiria a estas duas entidades? Retratado não só em filmes mas em seriados como Supernatual que traz para a realidade a guerra sagrada dos céus para o nosso meio onde alguns podem ajudar tanto um lado quanto o outro.
Este considerao um clássico sobre o gêner e tido por muitos como o principal filme sobre o tema, sem dúvida nenhuma foi pertubador em seu ano de lançamento quando efeitos especiais (como a sopa verde) era algo de outro mundo, comparado aos filmes de hoje acabou tornando-se piada. Mesmo assim a aura que rodeia este filme facina a todos até hoje, não somente pelo brilhantismo do seu diretor William Friedkin (que também roterizou o título), como as atuações brilhantes de Max Von Sydow como o Padre Merrim e Linda Blair como a "Encapetada". A quem diga que na época fatos estranhos ocorreram durante as filmagens sendo a mais famosa a atriz Ellen Burstyn que teve o braço quebrado em uma gravação, você pode acompanhar mais sobre o assunto aqui. Após anos houve não uma mas duas regravações turbulentas (Exorcist: The Beginning, 2004 de Renny Harlim e Dominion: Prequel to the Exorcist, 2005 de Paul Schrader) do título além das continuações (Exorcist II: The Heretic, 1977 de John Boorman e The Exorcist III, 1989 de William Peter Blatty, este já sem Linda Blair no elenco) que não obetiveram o mesmo sucesso do antecessor. Há quem diga que isto foi obra do "Duba Dubá".
Diferente do irmão mais velho, este não trouxe o capeta em pessoa mas sim o seu filho, na produção com o elenco capitâneado por Gregory Peck, é mostrado a possível vinda do filho do malvado em pessoa, um meníno aparentemente adorável que escondia atrás do seu semblante sem expressões uma maldade sem igual, sempre acompanhado por Rottweilers deixava corpos por onde passava. O mais interessante mesmo nesta produção é que o diretor é ninguém menos que Richard Donner, diretor de Superman e a Quadrilogia Maquina Mortífera. Imitando o seu irmão mais velho ele teve também a sua "longa sequencia de 4 filmes (Damien: Omen II, 1978 de Don Taylor; Omen III: The Final Conflict, 1981 de Graham Baker e Omen IV: The Awakening, 1991 de Jorge Montesi e Dominique Othenin-Girard) e uma regravação (The Omen, 2006 de John Moore) com uma criança tão pertubadora quanto o seu ancecessor... seria uma reencarnação?
O que seria do gênero se não tivéssemos Stephen King para inventar histórias e John Carpenter para dirigí-las, aparentemente nada. Este meus amigos foi o filme que revolucionou na época o gênero do terror, por trazer como protagonista não uma pessoa mas um carro, sim um carro. Um modelo Plymouth Fury 1958 que segundo a interpretação geral (não, no filme não fica claro isto) é pilotado pelo próprio Demônio. Este foi responsável por trazer as telas perseguições de carro muito bem feitas. Também, tendo em vista o seu piloto, não é difícil em acreditar no que poderia ser feito. Fujindo da regra, este não teve continuações, mas vários derivados tentando imitar o seu sucesso, sem sucesso :)
Quem não conhece o vilão deste filme, nunca viu filme de horror, estamos falando aqui de Pinhead, despedaçador de almas de Hellraiser, filme de Clive Barker que trouxe para o gênero a realidade nas cenas sangrentas além claro da violência nelas empregadas que até hoje pode chocar os mais puritanos. Nele uma garota vai morar com a tia e acaba investigando o que acontece com o seu tio que após receber uma "caixinha de surpresa" que prometia mostrar os prazeres escondidos, levava o seu receptor direto para o inferno. Bem que o desafortunado poderia levar consigo algumas sequencias sofríveis que a produção teve (Hellbound: Hellraiser II, 1988 de Tony Randel; Hellraiser III: Hell on Earth, 1992 de Anthony Hickox; Hellraiser: Bloodline, 1996 dos diretores Kevin Yagherm, Alan Smithee e Joe Chappelle; Hellraiser: Inferno, 2000 de Scott Derrickson, Hellraiser: Hellseeker, 2002, Hellraiser: Deader 2005 e Hellraiser: Hellworld todos de Rick Bota... Ufa... ficou pior que Sexta Feira 13)
Neste projeto de Grgory Widen é mostrado a história originalíssima de um policial, ex coroinha pré padre que perdeu a sua fé. O mesmo se vê em meio a luta entre os anjos do bem e do mal bem aqui na terra. Este trouxe 2 atores espetaculares para o meio, Viggo Mortsen como Lucifer e Cristopher Walken como Gabriel. Este assim como os outros das décadas de 80 e 90 teimavam em fazer sequencias de histórias que serviam somente para um filme (The Prophecy II, 1998 de Greg Spence; The Prophecy 3: The Ascent, 2000 de Patrick Lussier; The Prophecy: Uprising, 2005 e The Prophecy: Forsaken, 2005 ambos de de Joel Soisson)
Pega a história mais original possível que você consegue imaginar, pegue o dirtor Taylor Hackford que fez trabalhos como La Bamba e Eclipse Total. Coloque um ator veterano e um novato para interpretar, tipo Al Pacino e Keanu Reeves. E uma bela mulher para apimentar, como Charlize Theron. Misture tudo isto e você terá um dos melhores filmes do gênero até aqui. Advogado do Diabo consegue não só colocar todos os espectadores para pensar como não deixa de ser um ótimo filme de tribunal, simplesmente espetacular.
Primeira incursão de Schwarzenegger no gênero, a história é basicamente a mesma que já foi mostrada antes, policial que perde a sua crença em Deus após a perda de sua família se vê obrigado a reencontrar a sua fé para enfrentar o demônio que quer proteger a sua cria. Com uma interpretação decentes de Gabryel Byrne, o filme só se salva pelas cenas de ação mesmo... e claro, por que é do gênero por que se depender do jeito que ele descobre a menina... MEU DEUS
Filme de Rupert Wainwright que trata da história de uma menina normal da cidade que é acometida pela realidade de receber as Stigmas de Cristo (Coroa de Espinhos, Pregos nas mãos, pregos nos pés, Açoites e por último a lança no peito). O filme fez sucesso pelo tema que traz a tona a história dos evangelhos perdidos e o real significado do "Seguir a Deus".
Na falta de inspiração para fazer novos filmes do gênero, Hollywood foi buscar nos quadrinhos a excência de um personagem para reviver o tema. Produção com efeitos especiais traz a história em quadrinhos adulta da Vertigo DC para o cinema mostrando a vida de um humano que conhece o céu e o inferno literalmente. Fato curioso é que ao contrário do que se imagina foi o ator Keanu Reves que escolheu o diretor do filme (Francis Lawrence) e não o inverso. E que o personagem foi criado usando como base Sting.
Traz Hillary Swank no papel de uma cientista cética que tem 10 explicações cinentíficas para cada uma das 10 pragas bíblicas. Com o trabalho de desmentir falsos milagres ela vê a sua ciência abalada quando vai para uma cidade do interior inestigar o caso de uma menina que é tida como o anti cristo.
Esta lista não estaria completa sem este clássico da década de 80 com interpretações de tirar o fôlego de Robert DeNiro como Louis Scyfer e Mikey Rourke como Harry Angel. Na produção, DeniRo contrata Rourke para uma investigação de um homem desaparecido que estava envolvido com rituais satânicos e de magia negra. Se você não viu este filme, pare tudo, esqueça tudo que já viu sobre a produção e veja ele... se já viu, não deixe de vê-lo novamente.
Garota pobre vai estudar em colégio freqüentado por outros alunos, que, o único porém, é que são ricos, ela não. A garota logo se apaixona pelo garoto mais popular da escola e passa a sonhar em ter um vestido especial (rosa-shocking), para ir ao baile de formatura e poder conquistá-lo.
É verdade!
Não é por eu ser mais que um fã do Homem-Aranha que estou pela internet procurando informações e notícias sobre.
Esta felizmente e sem eu fazer quase que esforço algum, caiu no meu cólo.
O jornal “The Oakland Press” informa que Sam Raimi já começou seu novo projeto. Ou melhor dizendo: continuando o seu projeto. Homem-Aranha 4!
O mesmo jornal informa também que o diretor [Sam Raimi], pode rodar cenas do filme em seu estado natal, Michigan. Quem confirma é o próprio diretor.
Que diga-se de passagem, é uma ótima notícia para nós, fã do Homem-Aranha.
Sam Raimi, diz: Estou de olho em Michigan para cenas de segunda unidade. Os produtores sempre estão de olho, pra ver se conseguem a mesma estrutura de Hollywood mas em locais mais baratos.
A segunda unidade são normalmente cenas gerais ou de ação que não envolvem interação do elenco principal.
As filmagens do longa começarão em 2010. “Homem-Aranha 4” estréia em maio de 2011. David Lindsay-Abaire está atualmente escrevendo o filme para a Columbia Pictures.
Então pessoal, olhos atentos aqui no “Cine-Phobia”. Pois também estamos atento à mais notícias.
PS: Desculpe! Por este ainda estar na panela. Ficaremos devendo o trailer!

Christine Collins (Angelina Jolie) vive uma mãe de família. Apesar de ser somente ela e o filho pequeno. A mãe leva o filho à escola, tem um emprego seguro, com perspectivas de uma promoção. Um belo dia de sol como outro qualquer o seu filho desaparece e, como qualquer boa mãe [Christine], entra em pânico quase que de imediato. E dirige-se a quem normalmente protege os fracos e indefesos: a Polícia. Ou por assim dizer, ao menos deveria!